segunda-feira, 30 de março de 2009

O bofe é sempre a bicha do outro

Então pessoal, passei por umas paradas punk aí na minha vida, mas resolvi não abandonar esse espaço que acho bacana demais , graças a amigos que também fiz aqui, por isso resolvi postar esse texto "tudo de bom" que encontrei no site MundoMais ! O texto vale muito a pena ser lido, pois nos faz pensar sobre a cultura do nosso meio....espero que curtam!!!
Forte abraço

O bofe é sempre a bicha do outroO tipo efeminado é abominado e o tipo macho é a procura do elo perdido para muitos gays, que procuram relacionamento amoroso ou apenas sexo

por Valmir Costa

Paira no imaginário social a imagem do macho. Muitas vezes como estereótipo de jeitos brutos, que senta arreganhado, que coça o saco em público sem pudor, que cospe longe, que fale grosso e por aí vai. O Dicionário Houaiss, entre outras definições, diz que o macho é tudo “relativo a ou o próprio sexo masculino, com características próprias do homem, como energia, força, virilidade; másculo”. Mais do que as definições do que é ser macho é saber como estes conceitos são construídos no social. São as relações de gênero, que envolve o tipo masculino e o feminino e suas construções sociais a partir do sexo biológico.

Muito embora o gênero homossexual seja mais livre de convenções quanto ao tipo masculino, é exigido que gays tenham conduta e papel masculinos. É comum gays procurarem tipos masculinos, seja ele efeminado ou não. Apresentam-se em anúncios de sites de relacionamento como “machos”, “homens de verdade”, “sarados”. Procuram pessoas com características iguais e rejeitam os efeminados.

Alguns gays não fazem tal seleção. É o caso do estudante universitário Rafael, 21, de São Paulo. Ele é incisivo. “Gosto de homem e ponto! Para ele, o homem tem que ser seguro de si e que um gay efeminado pode lhe atrair. “Eu gosto de comer efeminado”, diz sem titubeio. “Eles me atraem sempre, mas sempre neste sentido”, diz. Para ele, afetivamente rolaria um namoro, pois, quando se trata de afetividade, é idiota fazer tal distinção. “Não namorar é um pseudo-preconceito”, diz. Rafael já namorou um efeminado por três meses quando tinha 18 anos e o namorado 23. “Eu sou machão quando estou comendo alguém. Pelo menos gosto de pensar assim”, ri.

Ele também não se vê como efeminado. “Acho que um hétero diria que pareço um hétero sensível, ou seja, um viado que foge do estereótipo, mas continua viado”. É ai que entra a questão de ser sensível. O tipo machão rejeita este adjetivo. Ele parece ir muito além da relação atividade/passividade e também do tipo que cria dele próprio. É o caso do ator Alexandre Frota, que já foi capas de revistas gays, já beijou homem, transou com travesti e ainda cultiva o tipo pitboy de ser, ou seja, o machão. Tem que ser o macho rude?

Sexualmente e afetivamente, Rafael diz que os dois tipos lhe atraem. No entanto, confessa que, quando o outro é másculo, sua vontade é de ser o passivo, mas sem ser uma conta exata. “Se estou bem envolvido, provavelmente serei versátil total”, afiança. O jornalista S.C., 30 anos, do Recife, não tem um tipo de gay que ele prefira. “Depende do dia”, diz. Mas se tiver um tipo físico especifico, ele arrisca um. “Corpo legal ou magrinho, branquinho, cabelo preto, que fale muito, que tenha autoconfiança e seja inteligente e me faça rir. Pronto?”, diz SC. Como se vê, o jornalista extrapola o tipo físico ao da personalidade. Quanto ao tipo “macho” de ser, ele afirma que é um tipo construído e que faz despertar confiança, que se admira ou algo assim.

Ele é gay? Nem parece... – Nesta história do ser gay e ter jeito de macho, muitos fazem comentários do tipo “ele é gay, mas não parece”. Isso já ocorreu e ocorre com Rafael. “Mas cada vez menos”, sorri. Para ele, as pessoas parecem querer elogiar com tal comentário. “Mas não me sinto elogiado de fato”, conta. Por sua vez, quando o assunto é o gay que se diz macho, vangloriando-se em detrimento dos outros gays, S.C. é pragmático. “Conheço gente assim. Eu acho sem criatividade. É pura ilusão isso. Se bem que sexo é pura ilusão”, comenta e gargalha.

Para Rafael, o que importa é o comportamento do gay. O que não lhe agrada são os gays preconceituosos que se acham héteros e bicha escandalosa que ''causa''. “Em outras palavras, gente sem educação e deselegante me broxa sempre”, comenta. No entanto, Rafael pára para questionar. “Não sei por que os gays associam todo tipo de afeminado ao tipo escandaloso? Acho porque são boçais mesmo”. Este tipo da bicha “fechativa” também é uma construção social do meio gay.

O brasilianista James Green, no livro Além do Carnaval: a homossexualidade masculina no Brasil do século XX, faz um extenso levantamento da vivência homossexual no Brasil e aponta alguns estereótipos da década de 60, construídos e aceitos por muitos gays. Quando se assumiam, eles incorporavam trejeitos femininos na sua concepção de gênero. Estes eram chamados de “bonecas”. Por outro lado, ele aponta alguns “homens verdadeiros” ou “bofes”, que mantinham relações sexuais com as “bonecas”, postura viril e eram casados ou tinham namoradas. No entanto, estes não se consideravam gays.

Green avalia que dentro desse mundo de bofes e bonecas, a idéia de duas bichas praticando sexo era tão repugnante para as bonecas quanto era intensa a aversão da maioria da população ao comportamento homossexual em geral. Quando dois homens reconheciam que ambos eram homossexuais e queriam ter relações sexuais com o outro, isso era incompreensível para muitas “bonecas”. Esse modelo era um consenso dentro e fora do grupo homossexual daquela época.

Fora do Meio – Do reprimido, também nasceu a cultura gay quando a indústria de consumo e do entretenimento descobriu este filão. Antes era o mundo do gueto, da subcultura. Quem freqüentava o gueto, vivia às escuras. Com essa abertura de lugares de freqüência gay como bares e boates, a década de 90 criou a expressão “fora do meio”, mais numa relação de afirmação do “não ser efeminado ou de ser “macho”.

Muitos gays, para se tornarem mais machos, abominam o meio gay. “O que me irrita é esse pensamento de que há algum problema em freqüentar o meio”, esbraveja Rafael. Ele diz que tem um amigo que rejeita quem freqüente lugar gay, mas vai. “Quem é gay saca que ele é, mas ele acha que não”, conta. De acordo com Rafael, seu amigo adora um “teenzinho”. “A idéia do teen que ele está azarando nunca ter pisado numa balada gay dá uma idéia de uma coisa meio imaculada, sabe?”, diz

É nesta bipolaridade dentro/fora, másculo/efeminado, perto/longe que se constitui o mundo gay. Vai depender do lado de proximidade/distância que um vê o outro. A bicha é o “Eu” ou o amigo próximo a “mim”. No sentido de proximidade afetiva e sexual, o bofe sempre vai ser o “outro”. Tudo depende do lugar em que cada um se coloca. Se um gay tem um namorado, tal namorado vai ocupar a posição do “bofe” tanto para o namorado como para seus amigos. Já este namorado pode ser a bicha no seu núcleo de amizade. Resumindo: O bofe é sempre a bicha do outro, ainda que seja uma forma de brincadeira ou deboche.


Coisa de Mulherzinha? – Rafael conta que já foi chamado de “mulherzinha” na escola. “Mulherzinha era o menor dos xingamentos. Já apanhei na escola por ser gay”. Ele não sabe se tal agressão vinha do seu “jeito” de ser. “Acho que porque eu me isolava, era o primeiro da classe, nunca pegava menina nenhuma e nem demonstrava interesse em pegar. De certa forma, a minha postura era de quem se achava um palmo acima dos outros”, acha

Sobre esse suposto jeito de ser gay, Rafael concorda em um ponto. “Talvez alguma coisa no meu jeito me entregava”. Por outro lado, ele diz que na época da escola não tinha contato com isso que chamam de “mundo” ou “meio” gay. “Existe um jeito de ser gay, mas esse jeito de ser fica evidente mesmo quando o gay entra em contato com outros gays. Naquela época, não era o caso”.

Sobre o jeito viado de ser ele dispara. “Eu não sei bem que ''jeito'' é esse. Mas, com certeza, os meninos héteros da primeira série sacaram que eu era gay bem antes de mim”, gargalha. Para o psicólogo João Furtado, esta é uma construção social que permeia a infância que coloca os meninos em relação às meninas. É uma coisa da disputa. Geralmente, os meninos que na fase adulta, quando a sexualidade aflora, se orienta gay, na infância está mais próximo das meninas. “Isso causa certa inveja nos meninos, que procuram taxar tal pessoa de forma pejorativa. Chamar de gay é a primeira coisa”, observa.

Foi o que aconteceu com Rafael. Ele comenta que pode ser muito mais de um “jeito de ser” que vão além. “Eu só andava com as meninas porque me sentia mais à vontade com elas”, recorda. No entanto, ele diz não saber explicar o motivo. “Até porque hoje não tenho tantas amigas assim. Tenho mais amigos. Todos bibas”, sorri. De acordo com Furtado isso ocorre mais por uma questão de identificação e não de identidade. “Não que alguém na infância tenha a identidade feminina. Isso até pode acontecer, mas é a identificação com um grupo que não o oprime. Naquele grupo de meninas, o garoto gay se sente protegido”, esclarece o psicólogo.

Macho e músculo – Já o cientista brasileiro C. Commotion, 43, que mora na Austrália, é mais contundente quanto ao tipo de homem que gosta: dotado masculino. “Perdôo tudo se o pau for grande, menos sobrancelha tirada”, diz. Quanto a esse tipo de “macho” no meio gay ele diz que tudo passa pelos músculos. “Basicamente a macheza tem um erro associado que é o desenvolvimento de músculos. Macheza não é músculo e muito menos carão”. C. Commotion avalia o tipo “barbie” de ser. “Quanto mais bombado, mais macho e belo se sente”, dispara.

Isso já aconteceu com Rafael. Segundo ele, muitos caras diziam ter tipo macho. Mas eles eram tão machos quanto diziam ao vivo? “Geralmente só musculosos, mas com roupinhas de grife, perfume forte, CD da Cher no carro. Quase todos tinham alguma coisa no jeito que fazia meu ‘gaydar’ apitar horrores”, diz Rafael. Já C. Commotion coloca a masculinidade fora do estereótipo da beleza. “Acho a feiúra masculinizante”, conta. Quanto a esse tipo de busca de gays por um tipo “másculo”, ele é mais condescendente.

Segundo ele, o que muita gente busca é a ilusão de estar transando com um hétero. “Se não for ilusão, melhor ainda”, diz. Mas isso depende muito do terreno onde habita esse “macho”. É o que pensa C. Commotion. “Isso no campo do sexo, no campo afetivo tudo muda”, observa. Desde a teoria evolucionista de Darwin, que o homem vem se transformando. Porém, é o lado mais primitivo do homem que é valorizado. Algo contraditório. É fato! Inclusive entre os gays. C. Commotion é adepto ao lado primitivo do masculino, ainda que ele seja gay. “O mundo gay é a masculinidade levada ao extremo. 99,9% dos anúncios e perfis pedem por não afeminados”, observa.

É para casar? – Certos tipos gays de ser ou não revela uma dualidade no pensamento de alguns. O primeiro deles é o “sexual” e o outro o “afetivo”. O sonho do príncipe encantado faz parte do imaginário. No entanto, no meio gay, ele parece ter que vir com esse bônus track, ou seja, o de ser macho. A afetividade e o conceito do gay querer sempre o cara com jeito de macho é o fato de muitos estarem sozinhos, ou seria outra coisa? Para o psicólogo João Furtado existe muito este tipo de ilusão.

Não apenas num tipo másculo de ser, mas de ser bonito, ter vida financeira estável, entre outras coisas. “Os que não têm estes requisitos são desprezados ou usados como objeto de desejo na realização sexual”, comenta. Para o cientista C. Commotion, a questão da solidão de forma ampla, que inclui os héteros e diz que todo mundo está sozinho porque o sexo é importante. Por outro lado, ele aponta o sexo como mais valia entre os gays. “No mundo gay, além de superimportante, é fácil. Então não se quer abandonar o prazer em grande quantidade para dividir a vida com alguém”, afirma.

C. Commotion tem um relacionamento estável e aberto há 10 anos com o seu companheiro. Para ele, o próximo passo na evolução é sacar que dividir a vida com alguém não significa acabar com a alegria da diversidade física. “Chega de imitar os casais héteros”, apregoa. Ele explica que, claro, deve ser combinado entre as partes e que esta é uma das formas de ser feliz. “No meu caso, tenho uma relação estável e não me sinto disponível para nada que não sejam alegria e diversão física fora da relação”, diz.


Quanto aos perfis dos sites de relacionamento nos quais os gays se descrevem como machos e descartam os efeminados, muitos já levaram mona por bofe. “Saindo do virtual, todo mundo é macho e afeminado. O importante é ser interessante. Isso no esquema de procurar alguém no sentido mais afetivo”, diz C. Commotion. Se for para sexo casual, ele é prático. “Se o lance for mais genital, tem muitos lugares onde as pessoas se escolhem e se divertem só pelo corpo. É só ter noção. Não procurar romance numa orgia, por exemplo”, aconselha.

Uma ótima semana a todos !!

"Você pode buscar a Paz em qualquer lugar; Mas só irá encontrá-la na verdade da qual está fugindo." - Sidarta Gautama (buda)



sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Festa: THE POOL PARTY and CELEBRATION

Olá galera!!

Dia 14/02 quem assopra as velinhas é nosso super produtor de baladas incríveis e pra comemorar essa data especial vejam o que o rapaz nada modestom preparou:



E dia 15 é nossa querida dj residente do The pub, quem assopra velinhas e pra comemorar olha que delícia ela preparou!!!
Dia 15 de fevereiro, domingo a partir das 16 H tem mais uma edição da
The Pool Party que volta super especial para comemorar seu aniversário. E para abrilhantar mais a festa, convidaram o super DJ e Produtor Mauro Mozart da Josefine de Belo Horizonte.
Mauro é conhecido por seus sets empolgantes e suas produções fazem sucesso tanto no Brasil quanto no exterior já que vários djs internacionais adoram tocar seus remixes. O alto astral de sua pista dança não deixa dúvidas de que hoje ele é um dos melhores e mais bem conceituados djs do Brasil. Como produtor, já consagrou remixes diversos. Mauro Mozart promete um set super alegre como a festa pede. E de presente, ele manda o set que fez para o início do ano, Happy New Year. É só baixar e curtir um pouco do trabalho deste maravilhoso dj: http://www.mediafire.com/download.php?3ydlom2mwnm
Quer saber mais informações sobre ele? Acesse o myspace dele:
http://www.myspace.com/mauromozart
Então estamos combinados: dia 15 de Fevereiro, domingo, a partir das 16 H na chácara Beira Rio, na saída para Nerópolis, aqui em Goiânia.
Serviço: The Pool Party – Especial B-Day DJ Laurize
Data: 15 de Fevereiro - Domingo
Local: Chácara Beira Rio – Go 080 Km 4 saída para Nerópolis, Goiânia/Go (mesmo local da edição de Novembro)
Horário: 16:00
Ingressos: 1o Lote: R$ 15,00 até 31/01; 2o Lote: R$ 20,00 até 12/02; 3o Lote: R$ 25,00. Na hora estará sujeito a alteração.
Pontos de venda: The Pub, Lojas Colcci, Bar Zouky e Bar Athena.
Line-Up: Djs Mauro Mozart (Josefine/BH), Laurize e Silver (The Pub)
Xtras: Mesa de frutas, laser show e surpresas.
Mais infos: www.thepubgyn.com.br ou telefones (62) 3281.4308, 9222.2990 e 9261.6052

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Divagações

Primeiramente eu gostaria de agradecer ao Blog Rapazes de Fino Trato por terem me selecionado merecedor do selo Dardos !! Sinceramente tudo isso começou como uma brincadeira e fico muito feliz em saber que proporciono algo de bom aos leitores do Blog !! Então Rapazes e moças de fino trato, muito obrigado !!!!!

Hoje vim desabafar um pouco sabe....Falar sobre como nossa vida muda depois de algum tempo de relacionamento!! Hoje já tenho 1 ano e pouco de namoro e posso dizer de boca cheia, que sou um cara muito feliz, realizado ( eu não disse acomodado ok?) e abençoado, pela família que tenho, pelas oportunidades que me aparecem, e pelo gato que amo...mas em relação aos amigos já não tenho mais tanta certeza se posso dizer o mesmo.....

Sabem, eu passei a minha vida toda acreditando num conceito de amizade meio que holiwoodiano!
Pra mim amigo é irmão, parceiro mesmo, pra todas as horas, pra vida toda....é aquele que te escuta, que se diverte com você, que te puxa a orelha, que te diz a verdade e talz.......
Mas com algumas mudanças que vem com o namoro, a impressão que tive é que quase todos os meus amigos são egoístas! Tipo, se não me podem ter ao seu lado como no tempo de solteiro, um tempo no qual meu nome era "pronto", então também não sirvo mais de outra forma...E confesso que chegar a essa conclusão entristece bastante, pois reflete que talvez você não saiba escolher suas amizades ou seus conceitos estão defasados.....

Acorda cinderela??? Fantástico mundo de Bob???

Por que alguns amigos não entendem que a vida muda, a vida não é estática, ela é dinâmica e se não mudarmos com ela a onda te afoga, ou te deixa para trás.....mudam o comportamento ( e quem é casado sabe do que estou falando !), mudam as prioridades, mudam os sentimentos, mas o carinho pelas pessoas que amamos, esse não muda, pelo menos não de minha parte !!!

É bem certo que algumas amizades necessitam convívio, assim como as plantas da água , já outras atravessam muito tempo com o mesmo carinho.....Mas no fundo , vejo que o egoísmo tem vencido a consideração na maioria das relações hoje....

Galera, estou sendo muito utópico? ou devo me modernizar mais e aprender a não esperar nada das pessoas???? será esse o segredo??? vamos discutir , por que sozinho estou fritando meus neurônios!!

Pra encerrar, deixo um colírio como sempre e uma interpretação acústica desse grupo que eu amo !!!
ótima semana a todos !!!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Amizade !


Amigo de verdade

O filho perguntou pra mãe:
-Mãe, posso ir no hospital ver meu amigo? Ele tá doente!
-A mãe responde com uma pergunta: -Claro, mas o q ele tem?
O filho com a cabeça baixa, diz: -Tumor no cérebro.
A mãe furiosa diz: -E vc quer ir lá pra quê? Vê-lo morrer?
-O filho lhe dá as costas e vai...
Horas depois ele volta vermelho de tanto chorar dizendo: -Ai mãe, foi tão horrível, ele morreu na minha frente.
A mãe com raiva : -E agora? Tá feliz! Valeu a pena ter visto aquela cena?
Uma última lágrima caiu de seus olhos e acompanhado de um sorriso,ele disse: -Muito, pois cheguei a tempo de vê-lo sorrir e dizer...
- EU TINHA CERTEZA QUE VOCÊ VINHA!

Moral da história: A amizade não se resume só nas horas boas, de alegria e de festas... Amigo, é para todas as horas, boas ou ruins, tristes ou felizes! "Não importa se você esteja longe ou perto. O importante é que você exista para que eu possa sentir sua falta"

Começo 2009 com essa mensagem aqui no blog pra que todos reflitemos sobre nossas amizades, escolhas e atitudes nesse ano que se inicia !! Em tempos de hiperatividade, muitas vezes o tempo que sobra para os nossos amigos e pessoas queridas é uma ligação, ou um recadinho de orkut, ou msn!! Mas , muitas das vezes o importante é sabermos que lá fundo podemos contar com aquela pessoa e que ela sabe que pode contar com vc!!!

Um puta 2009 a todos !!!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Homocultura e as Drogas !! Problema muito sério !!

Estudiosos debatem relação das drogas com a homocultura no Brasil !!
Fonte: ParouTudo

Faz parte dos encontros da Associação Brasileira de Estudos de Homocultura problematizar questões atuais em suas rodas de discussões acadêmicas. Um tema bastante inovador foi abordar a relação de corpo, drogas, saúde e socialização. A principal abordagem dos integrantes do debate foi além de destacar a forte questão das drogas dentro da homocultura, sintonizá-la em um estágio epidêmico no Brasil, o que para os especialistas da mesa ainda não foi evidenciada a emergência do tema.

A associação de drogas à homocultura está principalmente relacionada às Club drugs, grupo heterogêneo de substâncias usadas principalmente por freqüentadores de clubes noturnos e festas eletrônicas com o propósito de facilitar a interação social ou freqüentemente usadas também para facilitar e intensificar experiências sexuais. Entre as principais substâncias usadas pelo público gay estão MDMA (Ecstasy), Gamahidroxibutirato (GHB), Ketamina (“K”) e a metaanfetamina (Crystal).

Para a neurologista Virna Teixeira ainda faltam estudos e pesquisas no Brasil para fazer um verdadeiro diagnóstico sobre a questão. Apresentando dados de pesquisas americanas e inglesas, Virna mostrou como na última década o uso de club drugs tem se tornado cada vez mais popular entre círculos sociais de homens gays e bissexuais, principalmente entre os mais jovens, motivos ligados à faixa etária e também à afirmação da sexualidade.

Um dos pincipais problemas para a neurologista é que homens gays e bissexuais são usuários de múltiplas club drugs, o que aumenta o risco de toxicidade pela soma de efeitos adversos e colaterais, além do fato que tais substâncias ilícitas são constantemente adulteradas. Pelo uso múltiplo, Virna Teixeira destacou ainda o resultado da maior alteração de nível de consciência, com exacerbação de comportamentos de risco tais como sexo sem proteção, aumentando o risco de transmissão do HIV e outras DSTs.

Murilo Battisti, pesquisador da Universidade Federal de São Paulo, fez uma pesquisa qualitativa com uma amostra de usuários de ectasy por cinco anos. Em sua pesquisa, relaciona o uso da substância à cena eletrônica. Os principais resultados foi que a droga tem por característica um uso transicional, ou seja, em apenas em uma fase da vida da pessoa, que de início tem uma vida social intensa interessada na experimentação, mas com o tempo com mudanças de prioridades e a consolidação dos papéis de adulto o uso fica de lado ou restrito.

Porém entre o número de pessoas entrevistadas, aquelas que se disseram homossexuais, tiverem um uso continuado. “É importante dizer que o conceito de ser jovem para o homossexual é muito mais elástico do que para um heterossexual. Aos 40 anos, o homem pode se sentir jovem ainda e continuar freqüentando a cena eletrônica. Um dos principais fatores de mudança que seria o casamento ou a criação de um filho não se aplica a esta parte dos entrevistados. Muitas vezes até quando há o casamento, um dos parceiros acaba influenciando o uso do outro também”, comenta Murilo. Entre os que continuaram o uso da substância, a pesquisa relatou o aumento do consumo de outras drogas de forte dependência química como cocaína.

Para o psicanalista Philip Leite Ribeiro, que coordenou a mesa, é necessário repensar as políticas adotadas para se conter o uso de tais substâncias. “Hoje em dia a redução de danos virou uma mera ‘redução de dose’. Não é isso que queremos. Falta informação específica para a comunidade. É necessário prevenir o seu uso e considerar os fatores que podem pré-dispor esta utilização”, explica. O psicanalista ainda salientou a importância dos programas de DST e Aids incluírem em suas cartilhas de informações a questão das club drugs também e não apenas o uso descartável de seringas no caso da heroína.

Para Philip, a desculpa da socialização é uma grande armadilha para este grupo de risco que são os homossexuais. A socialização neste caso se insere porque algumas destas substâncias promovem no indivíduo a sensação subjetiva de bem estar no grupo, de ser amado por todos e amar a todos, o que acaba o tornando-se uma grande armadilha, visto que após o uso vários sintomas depressivos são diagnosticados.

Entre as estratégias comentadas para a prevenção, os acadêmicos destacaram estratégias que contemplem a diversidade e promova o controle social. “Se a sociedade ou comunidade passa a ver com maus olhos o uso da substância, o usuário se sentirá em uma posição desconfortável, de vergonha e abandonará o uso ou nem irá iniciá-lo porque não seria mais cool”, comenta Ribeiro. “Vivemos em uma epidemia silenciosa e este é um problema de toda a sociedade e principalmente do estado porque também representa grande gasto para os cofres da saúde pública”, enfatiza Murilo.

Uma proposta da neurologista Virna Teixeira é a criação do primeiro ambulatório específico para atendimento de usuários de club drugs no país no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas - FMUSP. Uma medida que com certeza seria inovadora no Brasil que ainda não acordou para o grau de epidemia alastrada.

A Opinião deste Blog?? - Não sou Jesus Cristo nem Santo, mas prefiro curtir a balada sem aditivos, e acho que essa onda num tá com nada !! Imagine contrair uma doença qualquer por causa de uma droga idiota?? Um momento de lokura??

Acho sinceramente que não vale a pena!!

Abração a todos ótima semana !


sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Mais baladinha delícia em Goiânia.............

Mais uma top produção da Dj Laurize e The Pub, para o dia 16/11 !!!! Pool Party !!! Certeza de música boa e gente bonita !! É só se jogar !!


E logo depois dia 22/11, outra top produção do querido Leandro Ribeiro, que não pára mesmo, e dessa vez o escolhido é top Dj Felipe Lira, que arrasou no set da última vez que passou por Gyn !!
Não vai?? I'M SO SORRY !!! Vai perder uma vibe incrível.....
Mega abraço e uma ótima Sexta !!





quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Teoria Queer: você sabe o que é?

Achei bem legal esse texto que "tenta" falar sobre nossas origens e tal, mas dessa vez não quero opinar, deixarei por conta de vocês, ok?? é meio grandinho, mas vale a pena estar bem informado !!!

Mega abraço e ótimo final de semana !!

Teoria Queer: você sabe o que é?
por: Fernandinha Martins
Para uma determinada questão tornar-se objeto de investigação científica é preciso que ela incomode. Por isso, a Medicina, o Direito e a Engenharia constituem-se nas mais antigas áreas de conhecimento, uma vez que a saúde, a justiça e as construções interessaram aos seres humanos desde os primórdios.

Outras áreas, porém, foram surgindo aos poucos, acompanhando o desenvolvimento histórico de cada sociedade. Foi assim que, hoje, a Comunicação tornou-se um campo de pesquisas complexo, juntamente com a Informática, o Design e a Ecologia. Mas o que isso tem a ver com os gays? Com toda a visibilidade que passamos a ter nas últimas décadas, era de se esperar que houvesse alguma área do conhecimento capaz de abarcar os problemas da orientação sexual e da identidade de gênero. Essa área existe e é conhecida como Teoria Queer.

Um debate acadêmico?

De acordo com Jackie Sussan, a Teoria Queer é "o discurso acadêmico que substituiu em grande parte o que costumava ser chamado de estudos gays e lésbicos". O termo foi cunhado pela feminista Teresa de Laurentis para uma conferência de trabalho para teorizar as sexualidades gays e lésbicas que foi realizada na Universidade da Califórnia em Santa Cruz, em fevereiro de 1990.
Boa parte das discussões da Teoria Queer advém do pós-estruturalismo, sobretudo da obra de Michel Foucault, e dos Estudos Culturais. No entanto, ao problematizar a noção de gênero, cerne da Teoria Queer, o debate extrapolou os muros das universidades e caiu nos movimentos sociais. Nem sempre bem aceita, uma vez que coloca em xeque determinados conceitos chave que são instrumentalizados pela militância, como os de "identidade" e "gênero" e "sexo", a Teoria Queer incomoda – mas justamente por isso merece atenção. Ela retira qualquer sujeito de sua zona de conforto em relação à orientação sexual e identidade de gênero, evidenciando que qualquer definição – de homem, de mulher, de hétero, de gay, de bissexual, de trans... – são narrativas que alocam os sujeitos em nichos pré-construídos.

It's a queer world

Mas por que "queer"? Esta palavra, de origem inglesa, significa, ao pé da letra, "estranho" ou "incomum". Foi usada como gíria em meados do século XX para referir-se aos homossexuais, sobretudo os masculinos. Meio século depois, basta olhar os principais dicionários de língua inglesa, como o Oxford Dictionary of English, e ler que a palavra está diretamente associada ao universo LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais).

Como era de se esperar, uma conjunção de fatores levaram a essa nova significação do termo "queer". Há quem defenda – e isso não está de todo incorreto – que houve uma sobreposição das palavras "queer" com "queen" (rainha), o que designaria um homossexual afeminado que seria, simultaneamente, rainha e estranho. Outra explicação, com ar mais erudito, remonta ao Inglês Antigo, no qual a palavra "quare" significaria "desconhecido".

Outro fato curioso é que, entre 1951 e 1953, o autor norte-americano William Burroughs escreveu um romance chamado Queer. Continuação de seu trabalho anterior, Junkie, este livro tinha um conteúdo homoerótico bastante forte, e por isso chegou a ser considerado obsceno para a época. Apesar de ter sido bem recebido pelos intelectuais, com elogios explícitos do ícone beat Jack Kerouac, Queer só foi publicado oficialmente em 1985. O universo de Burroughs, em nada alinhado aos padrões da normalidade, reforçou o uso de "queer" para designar realidades desviantes.

A palavra "queer" desde então tem se tornado um sinônimo aproximado de qualquer sexualidade avessa ao heterocentrismo. Antes utilizada como forma de inferiorizar os desviantes da heteronormatividade, tornou-se um termo inclusivo, abarcando identidades díspares como homens gays, homens que fazem sexo com homens, lésbicas, bissexuais, transexuais, transgêneros em geral e até mesmo praticantes de fetiches como o SM, o bondage, entre outros. Para Jackie Sussan, esta lista é "potencialmente infinita de outros tipos de alguma forma marginalizados por sua sexualidade".

Segundo Guacira Lopes Louro, no texto Teoria Queer: uma política pós-identitária para a educação, o termo queer "com toda sua carga de estranheza e de deboche, é assumido por uma vertente dos movimentos homossexuais precisamente para caracterizar sua perspectiva de oposição e de contestação. Para esse grupo, queer significa colocar-se contra a normalização – venha ela de onde vier. Seu alvo mais imediato de oposição é, certamente, a heteronormatividade compulsória da sociedade; mas não escaparia de sua crítica a normalização e a estabilidade propostas pela política de identidade do movimento homossexual dominante. Queer representa claramente a diferença que não quer ser assimilada ou tolerada e, portanto, sua forma de ação é muito mais transgressiva e perturbadora".

Uma teoria pra chamar de sua

Michel Foucault é, talvez, a principal referência da chamada Teoria Queer. Desde o início, o pensamento de Foucault voltou-se para a linguagem e sua capacidade de colocar ordem no mundo. Mais ainda, para ele, as palavras são capazes de estabelecer relações de poder. Para Foucault, o poder não está localizado em instituições estanques como os Estados ou em pessoas específicas como os governantes. O poder, ao contrário, dissolve-se na teia social e nas relações – qualquer uma delas – que as pessoas estabelecem entre si. Por isso, é impossível pensar um sujeito sem poder. Também é impossível aceitar a idéia marxista do proletariado tomando o poder da burguesia – afinal, o poder está em todo o lugar. Nessa perspectiva, o poder é uma relação de forças que está em todas as partes, atravessando todas as pessoas. Para Foucault, o poder não somente reprime, mas também produz efeitos de verdade e saber, constituindo verdades, práticas e subjetividades. As palavras, no caso, servem para criar discursos que justificam a prática do poder e a dominação.

Ora, é justamente essa associação entre o poder e as palavras que será o centro da Teoria Queer. Isso porque essa postura revela que aquilo que imaginamos ser nossa essência mais profunda é, na verdade, uma construção. Nossa identidade gay, por exemplo, é uma formulação imaginária, capaz de confortar algumas subjetividades, mas problemática para outras tantas. Como é sabido, antes de 1869 sequer existia a palavra "homossexual". Como para que haja movimento social é preciso uma identidade coletiva compartilhada, explica-se porque a Teoria Queer não é bem aceita por certos grupos da militância LGBT. Se não há uma grande identidade coletiva capaz de abarcar a todos, como se pode pensar em reivindicações e políticas públicas para LGBT? A Teoria Queer não oferece resposta, mas aponta, isso sim, que há a necessidade de se fazerem políticas para o particular, para o ímpar, para o único e para o efêmero.

Cabe ressaltar que, além de Foucault, outros teóricos da chamada vertente pós-estruturalista são referência para a Teoria Queer. Freud, por exemplo, é evocado por ter sido o primeiro a descentrar o sujeito, mostrar que há fissuras no que chamamos de consciência e de "eu". Lacan, seu sucessor, foi mais além, identificando que o Real é inacessível pela experiência empírica, restando para o sujeitos apenas a possibilidade de navegarem nos mares do Simbólico e do Imaginário. Também são aceitas contribuições oriundas da Semiótica e demais ciências da linguagem.

Mas o que quer a Teoria Queer?

Judith Butler, uma das mais eminentes expoentes da Teoria Queer, destaca que essa área, ao mesmo tempo em que produz novas concepções a respeito de sexo, sexualidade e gênero, afirma que as sociedades constroem normas que regulam e materializam o sexo dos sujeitos e essas normas regulatórias precisam ser constantemente repetidas e reiteradas.

Dessa forma, é possível dizer que há um viés político na Teoria Queer ao abrir condições para um exercício livre da sexualidade. As normas regulatórias do sexo têm um caráter performativo – ou seja, determinam e moldam comportamentos. Ao lançar luz e legitimar práticas que ficam à margem da norma, ressalta a humanidade no que ela tem de mais bonito: sua diversidade, que, felizmente, nem sempre está à disposição da ideologia dominante ou das convenções sociais.

Fugir das normas, porém, nunca é fácil. Nesse sentido, Pedro Paulo Gomes Pereira, no texto A teoria queer e a reinvenção do corpo, analisa a obra A Reinvenção do Corpo: Sexualidade e Gênero na Experiência Transexual, de Berenice Bento, a partir da ótica da Teoria Queer. Pedro destaca que essa autora procura verificar "os conflitos, as brechas, os interstícios, as fissuras e as disjunções que possibilitam que os sujeitos subvertam as normas de gênero". No caso da experiência transexual, "Berenice procura, então, compreender as perfomances dos sujeitos que não se conformam em e com seus corpos e como nas práticas cotidianas procuram adequar corpo, sexualidade e gênero, reinventando-os".

Ao contrastar o discurso médico sobre o "transexualismo" e a experiência concreta dos sujeitos transexuais, revela-se que a mulher ou o homem transexual não é "uma cópia patologizada e mal acabada de heterossexuais completos e saudáveis". Assim, invalida-se a idéia de "disforia de gênero" como categoria psiquiátrica explicativa da transexualidade.

Contra e além dos binarismos

Há alguns consensos entre os defensores da Teoria Queer. O principal, como já foi dito, é pensar a sexualidade como uma construção histórica, e não como uma essência genérica do ser humano. Assim, a orientação sexual e a identidade de gênero não estão previstas na genética e nem podem ser considerados como uma condição compartilhada coletivamente. Existe, isso sim, uma sexualidade para cada indivíduo, ainda que seja possível encontrar pessoas com gostos e inclinações semelhantes. É essa semelhança que permite, por exemplo, agrupar os gays em "ursos", "barbies", "afeminados", "versáteis", etc. Porém, não se pode confundir a semelhança com uma essência. Trata-se, isso sim, de convenções sociais compartilhadas por determinados grupos de indivíduos, passíveis portanto de mudanças ao longo da vida. Como já é possível perceber, a Teoria Queer problematiza o conceito de gênero, sem contudo desclassificá-lo.

Nessa linha, é possível afirmar que a Teoria Queer vai além das teorias feministas em suas reivindicações. Se o feminismo contribuiu com a desvinculação de gênero e sexualidade, a Teoria Queer alega que são, justamente, os binarismos macho/fêmea, masculino/feminino, homem/mulher que precisam ser abolidos. Segundo Pedro: "os corpos-homem e corpos-mulher parecem perder as amarras biológicas e se reinventam continuamente, fazendo-nos questionar se são realmente adequados os termos homem-mulher, alocados em justaposição ao vocábulo corpo". A Teoria Queer lança-se, então, em um universo no qual anuncia a "irredutibilidade" e expressa "a incômoda e inassimilável diferença de corpos e almas que teimam em se fazer presentes".

Mais ainda, a Teoria Queer é um embate contra a heterossexualidade compulsória, mas assume posição contrária aos binarismos fáceis, incluindo, portanto, a divisão entre homossexuais e heterossexuais. Seu caráter transgressor afirma um novo tempo, no qual é preciso pensar outras formas de classificação.

Se olharmos o mundo ainda com os óculos do binarismo, podemos identificar, de um lado, os que consideram a homossexualidade um desvio e, de outro, os que defendem sua normalidade e naturalidade. Ambos, porém, partem do pressuposto que o "homossexual" é um tipo humano distinto. Sob a ótica da Teoria Queer, para Guacira, "o grande desafio não é apenas assumir que as posições de gênero e sexuais se multiplicaram e, então, que é impossível lidar com elas apoiados em esquemas binários; mas também admitir que as fronteiras vêm sendo constantemente atravessadas e – o que é ainda mais complicado – que o lugar social no qual alguns sujeitos vivem é exatamente a fronteira".

Desconstruir os binarismos, porém, não significa destruí-los, e sim evidenciar o quanto essas classificações, ainda que reinantes, são inadequadas para dar conta da diversidade humana.


......E vocês, o que acham???

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Galera, emprego novo, faculdade, correria total, atualizações só no findi !!!! Contudo, uma imagem pra todos começarem bem a semana e uma frase pra reflexão!!!!

abração


"Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós.
Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós."

("Antoine de Saint-Exupery")

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Sábado babadeiro em Goiânia !!!


Sábado dia 11/10, diversão, requinte e bom gosto são inprescindíveis e de total responsabilidade do querido Leandro Ribeiro, com sua festa "Just", que promete se tornar a nova label do Centro-oeste !! Sucesso pra vc Leandro, e pra quem for se jogar, se joga COM FORÇA !!

Leandro Ribeiro


E para refletir nesta quinta:
"Os políticos fazem na sua vida pública, o mesmo que fazem na privada."

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Back2back Dos Deuses

Na sexta dia 10 de Outubro o The Pub tem o imenso prazer de trazer pela primeira vez à Goiânia, o back2back mais famoso do país. 4 cdjs, 2 mixers, dois deuses das pistas e uma vibe única. Renato Cecin e Paulo Pacheco residentes da pista principal da The Week São Paulo, prometem uma noite única e imcomparável e mostram porque este foi considerado o melhor set da última parada paulista. Nossa dj residente Laurize recebe os dois numa cabine preparada especialmente para recebê-los.

Imperdível !!

Back2back Dos Deuses – Renato Cecin vs Paulo Pacheco

Data: 10 de Outubro – Sexta-feira
Local: The Pub – Goiânia/Go
Horário: 23:00H
$$$: R$ 20,00 c/ bônus de R$ 10,00 para os 100 primeiros ou até 23:45 (preços sujeitos a alteração)
Line-Up: Djs Renato Cecin e Paulo Pacheco (The Week/SP) e Laurize (residente)

Goiânia tá fraca ou não???