sábado, 19 de julho de 2008

Christian Pior e Sabrina Sato na SPFW !!

Para os goianos e cercanias que circundam a cidade do pequi e do césio, e que adoram o Christian Pior , anotem ai na agenda: Dias 26 e 27 de Julho , espetáculo "Absurto" com Christin Pior, no Teatro Rio Vermelho!! Os ingressos já estão sendo vendidos na bilheteria do teatro. E pra quem não conhece o moço dá uma olhada no vídeo aí em baixo ! Eu adoro !
Abração e ótimo domingo !!!

Foucault e a homossexualidade - Parte 2

Vamos tratar da relação entre a vida de Michel Foucault e seu pensamento, buscando detectar como sua homossexualidade aparece refletiva em sua obra. Em primeiro lugar, no entanto, é preciso destacar que não é possível estabelecer uma relação causal simplista, do tipo "como ele foi homossexual, se interessou por sexo". A vida e o pensamento de Foucault são muito mais complexos para serem reduzidos a uma equação dessa simplicidade. Alguns biógrafos e comentaristas seguem esse procedimento, mas o resultado é fraco.

É este o caso de David Halperin, autor que ficou conhecido por pesquisar a homossexualidade na Grécia antiga. No livro Saint Foucault (Oxford University Press), Halperin, que é militante homosexual e editor do Gay and Lesbian Quartely, afirma que toda a obra de Foucault é decorrência de sua luta contra a perseguição homossexual. "Os homossexuais devem lutar contra a vontade imemorial de lançar o descrédito sobre eles, e combater para manter o controle da representação daquilo que são", afirma.
"Quando ouço alguém dizer que Michel Foucault era homossexual mas não era apenas isso, considero que estou diante de uma versão liberal da homofobia", conclui. Será possível esse reducionismo? Será que toda a produção artística ou intelectual de um gay é determinada por sua orientação sexual? Vejamos.
Sadomasoquismo

O público em geral tem muita curiosidade de saber sobre o sadomasoquismo de Foucault. Ele, de fato, freqüentava – e não escondia isso – os clubes SM de São Francisco. Segundo Didier Eribon, biógrafo de Foucault e autor de Michel Foucault e seus contemporâneos (Jorge Zahar Editor), esse hábito fez com que alguns comentaristas arriscassem fazer relações entre o SM e a obra de Foucault. É o caso, por exemplo, de James Miller, autor de The passion of Michel Foucault (Harvard University Press), que explica o percurso intelectual de Foucault a partir de suas "experiências-limite" com o SM. Para ele, até mesmo a morte de Foucault, vítima da aids em 1984, foi "deliberadamente escolhida" em decorrência de desejos masoquistas.
Da mesma forma, a investigação de Foucault acerca das técnicas de tortura nas prisões, presente nas páginas de Vigiar e punir (Editora Vozes), é um traço SM. Miller vai mais além e diz que o slogan "Sejamos cruéis", pichado nos muros da Sorbonne em maio de 68 era resultado da influência de Vigiar e punir sobre algum estudante contestador. "Essa conclusão é no mínimo singular", afirma Eribon, "já que Foucault publicou Vigiar e punir em 1975, é pouco provável que o estudante em questão tivesse podido lê-lo em maio de 1968".

Ora, os estudos sobre a tortura e a prisão não encontram eco naquilo que Foucault escreveu sobre o SM. Muito pelo contrário, Foucault sabia separar a crueldade do sadismo e do masoquismo. "A idéia de que o SM está ligado a uma violência profunda, de que a prática SM é um meio de liberar essa violência e essa agressividade, é uma idéia estúpida", disse o próprio Foucault em entrevista à revista gay The Advocate. "Sabemos bem que essas práticas não são agressivas. Elas consistem em inventar novas possibilidades de prazer, graças à erotização das partes estranhas do corpo".
Ou seja, Foucault soube detectar o caráter teatral da cena SM. "Sabe-se muito bem que se trata sempre de um jogo. Há uma concordância, explícita ou tácita, pela qual os atores reconhecem certos limites que não devem ser ultrapassados". Dessa forma, o SM não constituiu para Foucault em uma "experiência-limite", como quer Miller. Ao contrário, aproxima-se mais de uma diversão despretensiosa do que uma ideologia.
Contra a repressão

Segundo Eribon, "o que Foucault teve que superar não foi sua homossexualidade – como poderia ele ter uma idéia tão absurda? – foi a repressão que o impedia de viver sua homossexualidade".
Claro que não é possível desvincular qualquer obra do contexto que a produz. Nesse sentido, a homossexualidade de Foucault certamente influenciou a escolha de alguns de seus objetos de pesquisa. No caso, é possível pensar que toda sua investigação sobre as formas explícitas e implícitas de dominação decorriam, de certa forma da repressão que sentiu. Em entrevista à revista francesa Revue Nouvelle, Foucault diz: "Sempre quis que cada um de meus livros fosse, em certo sentido, fragmentos de autobiografia. Meus livros sempre foram meus problemas pessoais com a loucura, a prisão, a sexualidade".
No entanto, o libelo contra a repressão, a favor da liberdade, tem alcance maior do que ser reflexo da biografia do autor. Remetem a um compromisso com a verdade.
Amizade e homossexualidade

A homossexualidade para Foucault carrega um potencial transformador baseado na amizade. É essa a parte mais sensível e poética de suas considerações sobre os homossexuais. Em outra entrevista, para a revista gay francesa Gai Pied, Foucault diz que o fato de terem de inventar suas formas de se relacionar, os gays desenvolvem novos arranjos, baseados sobretudo na amizade. "Entre um homem e uma mulher mais jovem, a instituição facilita as diferenças de idade, as aceita e as faz funcionar. Dois homens de idades notavelmente diferentes, que código têm para se comunicar? Estão um em frente ao outro sem armas, sem palavras convencionais, sem nada que os tranqüilize sobre o sentido do movimento que os leva um para o outro. Terão que inventar de A a Z uma relação ainda sem forma que é a amizade: isto é, a soma de todas as coisas por meio das quais um e outro podem se dar prazer", afirma.

Todo o debate contemporâneo sobre relacionamentos abertos ou novas famílias refletem essa amizade proposta por Foucault. É essa amizade exposta por Foucault ao responder aos jornalistas da Gai Pied. "É uma das concessões que se fazem aos outros de apenas apresentar a homossexualidade sob a forma de um prazer imediato, de dois jovens que se encontram na rua, se seduzam por um olhar, que põem a mão na bunda um do outro, e se lançando ao ar por um quarto de hora. Esta é uma imagem comum da homossexualidade que perde toda a sua virtualidade inquietante por duas razões: ela responde a um cânone tranqüilizador da beleza e anula o que pode vir a inquietar no afeto, carinho, amizade, fidelidade, coleguismo, companheirismo, aos quais uma sociedade um pouco destrutiva não pode ceder espaço sem temer que se formem alianças, que se tracem linhas de força imprevistas. Penso que é isto o que torna perturbadora a homossexualidade: o modo de vida homossexual muito mais que o ato sexual mesmo. Imaginar um ato sexual que não esteja conforme a lei ou a natureza, não é isso que inquieta as pessoas. Mas que indivíduos comecem a se amar, e aí está o problema. A instituição é sacudida, intensidades afetivas a atravessam, ao mesmo tempo, a dominam e perturbam. Olhe o exército: ali o amor entre homens é, incessantemente convocado e honrado. Os códigos institucionais não podem validar estas relações das intensidades múltiplas, das cores variáveis, dos movimentos imperceptíveis, das formas que se modificam. Estas relações instauram um curto-circuito e introduzem o amor onde deveria haver a lei, a regra ou o hábito".


Fonte : G magazine

Foucault e a homossexualidade - Parte 1

Um dos principais filósofos do século XX não só era gay, mas também foi responsável por revoluções profundas no pensamento ocidental. Michel Foucault é, até hoje, 23 anos após sua morte, um dos principais nomes citados nas discussões sobre gênero, sexualidade e poder.

Foucault nasceu em 1926 e morreu em 1984, vítima de complicações provocadas pelo HIV/aids. Seu trabalho desenvolveu-se dentro do chamado pós-estruturalismo, corrente que defende a inexistência de verdades absolutas e considera a linguagem como instrumento que cria a realidade.


Palavras e poder

Desde o início, o pensamento de Foucault voltou-se para a linguagem e sua capacidade de colocar ordem no mundo. Mais ainda, as palavras são capazes de estabelecer relações de poder.Para Foucault, o poder não está localizado em instituições estanques como os Estados ou em pessoas específicas como os governantes. O poder, ao contrário, dissolve-se na teia social e nas relações – qualquer uma delas – que as pessoas estabelecem entre si. Por isso, é impossível pensar um sujeito sem poder. Também é impossível aceitar a idéia marxista do proletariado tomando o poder da burguesia – afinal, o poder está em todo o lugar. Nessa perspectiva, o poder é uma relação de forças que está em todas as partes, atravessando todas as pessoas. Para Foucault, o poder não somente reprime, mas também produz efeitos de verdade e saber, constituindo verdades, práticas e subjetividades. As palavras, no caso, servem para criar discursos que justificam a prática do poder e a dominação.
Parece complicado, mas não é. Pense no que acontece quando você fica doente. Quem é a autoridade capaz de falar sobre seu estado de saúde? O médico. Por quê? Porque socialmente há um discurso que legitima a autoridade médica. Além disso, esse discurso produz um "efeito de verdade", ou seja, é aceito como mais verdadeiro, face outras possibilidades de interpretação (uma benzedeira, um pajé ou uma anciã teriam outras visões sobre o processo saúde-doença). Mais ainda, o discurso médico determina a ação, já que o tratamento será seguido de acordo com as palavras do médico. Por esse exemplo, podemos pensar: mas isso não é bom? Afinal, o saber científico não é um avanço na civilização, que cura doenças e acaba com o sofrimento de milhões de pessoas? Em parte, sim. No entanto, Foucault revela que a ciência é, ela mesma, um discurso (palavras) que gera uma verdade sobre as coisas. Mas é somente uma verdade possível.

Quem acompanha a situação das transexuais hoje consegue entender bem isso. Até o momento, a transexualidade é considerada uma doença no discurso médico, a chamada "disforia de gênero". Parte do movimento transexual aceita a condição de "doente" e, por isso, exige tratamento médico gratuito, uma vez que esses sujeitos foram "vítimas" de um mal que os acometeu. Nasceram com o sexo trocado, assim como alguns nascem com diabetes ou má formação de órgãos. Outra parte do movimento trans, no entanto, discorda dessa interpretação e pede que a adequação genital seja baseada no princípio da dignidade humana (no Brasil, defendido pela Constituição). Ou seja, o médico não vai tratar porque são doentes, e sim porque querem que seus genitais reflitam suas mentes. Nesse sentido, um/uma transexual não "muda de sexo". E, também, é possível pensar que há transexuais que preferem continuar com seus genitais inalterados cirurgicamente – questão essa que ainda é polêmica no movimento GLBT.
Ora, percebemos portanto como o discurso constrói realidades e legitima certas práticas. A homossexualidade no discurso médico, até pouco tempo, também era doença e podia ser tratada. E no discurso jurídico continua sendo crime passível de pena de morte (se eles soubessem o que estão perdendo iriam querer morrer disso !rs) em nove países do mundo. Esses exemplos tornam nítidas as relações entre palavras e poder, discurso e verdade, explicadas por Foucault.

Genealogia e homossexualidade

Para chegar a essas conclusões, Foucault percorreu um longo caminho, realizando pesquisas que
ficam no limite entre a história, a antropologia, a sociologia e a filosofia. Estabeleceu um método por ele chamado de "genealógico" que parte de estudos históricos, mas não busca uma origem única e causa dos fatos. Estudou o poder disciplinar, a loucura e a sexualidade.
Em História da Loucura, ele mostra como os "loucos" são excluídos e confinados porque não se encaixam no processo produtivo. A "verdade" do discurso psiquiátrico serviu para isolá-los. Em Vigiar e punir, Foucault expõe como a prisão e o sistema disciplinar nas escolas serve para tornar os corpos dóceis (gente, adorei esse negócio de tornar corpos dóceis !), bem integrados socialmente e assujeitados ao poder dominante.
Mas é em História da sexualidade, obra que deixou incompleta, que Foucault mostra como é possível não se sujeitar aos poderes estabelecidos e legitimados pelos discursos dominantes. Nesse trabalho, Foucault defende que quanto mais falamos sobre sexo, mais o reprimimos. Isso porque criamos esquemas que julgam e comparam as práticas sexuais.

No entanto, a homossexualidade pode ser uma forma da pessoa se afirmar fora do discurso dominante. Em entrevista para a revista gay francesa Gai Pied, em 1981, Foucault diz: "É preciso desconfiar da tendência de levar a questão da homossexualidade para o problema 'Quem sou eu? Qual o segredo do meu desejo?' Quem sabe, seria melhor perguntar: 'Quais relações podem ser estabelecidas, inventadas, multiplicadas, moduladas através da homossexualidade?'. O problema não é descobrir em si a verdade sobre seu sexo, mas, para além disso, usar de sua sexualidade para chegar a uma multiplicidade de relações. E isso, sem dúvida, é a razão pela qual a homossexualidade não é uma forma de desejo, mas algo de desejável. Temos que nos esforçar em nos tornar homossexuais e não nos obstinarmos em reconhecer que o somos. Isso para onde caminha os desenvolvimentos do problema da homossexualidade é o problema da amizade".

Ou seja, Foucault indica como a homossexualidade pode ser transformadora, ao afirmar um cuidado de si que é alheio ao heterossexismo dominante. Diz Foucault: "Tão longe quanto me recordo, desejar rapazes é desejar relações com rapazes. E isso foi sempre, para mim, algo importante. Não forçosamente sob a forma do casal, mas como uma questão de existência: Como é possível para homens estarem juntos? Viver juntos, compartilhar seus tempos, suas refeições, seus quartos, seus lazeres, suas aflições, seu saber, suas confidências? O que é isso de estar entre homens nus, fora das relações institucionais, de família, de profissão, de companheirismo obrigatório? É um desejo, uma inquietação, um desejo-inquietação que existe em muitas pessoas". A amizade é a tônica das relações homossexuais para Foucault.

continua.....

Heath Ledger...

O ator australiano Heath Ledger receberá um prêmio póstumo durante o Chauvel do Festival Internacional de Cinema de Brisbane, que acontece na Austrália de 31 de julho a 10 de agosto. O ator será premiado pela sua atuação no filme Batman – O Cavaleiro das Trevas, em que interpreta o vilão Coringa." (Gmagazine)

Entao galera, ainda não fui ao cinema assistir ao filme do morcegão, mas já soube que realmente o ator Heath Ledger fez muito bonito na pele do vilão Coringa, o que não me espanta, pois das poucas atuações que conheço dele, a que mais me marcou, e tenho certeza que a maioria do público gls, em Brookbeck Montain, ele estava divino e foi muito corajoso em encarar um papel como aquele!
Enfim, acho que nem precisava ser tão talentoso...o cara era um gato master e isso bastava para aparecer nas telinhas !! Nós agradecemos , obrigado!!Odeio aquele ditado que diz que: "Os bons morrem cedo" ! E não concordo também, sou meio partidário do pensamento espartano sabe, se for pra morrer, por que não morrem os feios, os sem talento, os corruptos (ops! deixa eu me calar....vai que algum leitor goste da idéia e comece a dizimar políticos por ai...eu hein!)???
E pra terminar deixo esse clipe aí do THE VERVE....antiguinha, mas é uma delícia!! Sou meio nostalgico e essas canções mais antigas me fazem muito bem!! pra quem não conhecia, espero que curtam!!
abraço


3 sets x zero...tadinha da venezuela !!


Gente, o jogo da seleção masculina de vôlei foi aqui em Goiânia, eu queria muito ter ido , mas ninguém merece pagar R$ 40, 00 pra ver aquele jogo! Não que eles não mereçam, nada disso, acho até que eles merecem mais! o problema é que eu estava sem patrocínio para comparecer..rsrs (vulgo DURO!!)
Enfim, o jogo foi meio sem graça, por que foi uma verdadeira surra o que a seleção fez com os venezinhas, coitados....!! Também pudera não é? a nossa seleção de vôlei é na minha opinião, a melhor do mundo e o Bernardinho o melhor treinador de que já ouvi falar!!! Então o resultado não poderia ser diferente!! 3 Sets x zero !! Veremos o que Pequim nos reserva!!

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Festa no sabadão goiano...ao som de Jeff Valle....

Aí galera, não ajudo a divulgar festas se eu não conhecer a procedência, e posso garantir que essa vai bombar......Não conheço o trabalho do Dj Mauro Mozart, mas garanto que o set do Dj Jeff Valle compensa bastante!!! O babado vai ser sábado dia 19/08, na boate Disel. Pra quem tem bom gosto, é só se jogar!!


quarta-feira, 16 de julho de 2008

Four minutes

Então galera, mais uma vez o fofo do Manzano, agora arrazando nessa versão delícia de 4 minutes da Diva master...espero que curtam!!
abração


Azeite Antibarriga !!!

A última notícia sobre o óleo extraído da oliva merece comemoração: ele evita o acúmulo da gordura visceral, passaporte para doenças cardiovasculares e diabete. E,como se fosse pouco, combate a osteoporose e inflamações, caso da gastrite.Basta um fio dourado do óleo da oliva para que aquela torrada dura e seca ganhe textura macia e sabor especial. Uma outra transformação ocorre no seu organismo, mais precisamente no abdômen, quando você consome o azeite: ele impede o depósito de gordura bem ali, na linha da cintura. Parece um contra-senso, já que o alimento é dos mais calóricos — cada grama oferece cerca de 9 calorias. Mas a descoberta é séria: o sumo das azeitonas evita mesmo a barriga indesejada. (Ninguém por favor vá tomar azeite no bico hein? rs)

Quem assina embaixo são cientistas de diversas universidades européias. Juntos eles publicaram seu trabalho no periódico Diabetes Care, da Associação Americana de Diabete, em que compararam exames de imagem de voluntários, antes e depois do consumo do óleo. E observaram que esse bom hábito diminuiu os depósitos de banha no abdômen. Diga-se: o ideal seria que você consumisse duas colheres de sopa por dia do ingrediente para obter seus benefícios.

No fundo, o mérito é todo da gordura monoinsaturada, que predomina no azeite. Se ela já era festejada por varrer o colesterol ruim das artérias, agora os médicos têm ainda mais motivo para cobri-la de elogios. Isso porque estão empenhados em acabar com as barrigas avantajadas — e não tem nada a ver com questões de beleza. “A gordura visceral, justamente aquela da cintura, produz substâncias que dificultam a ação da insulina, o hormônio produzido pelo pâncreas que ajuda a glicose a entrar nas células. Ou seja, barriga grande pode levar ao diabete do tipo 2”, explica o endocrinologista Márcio Mancini, presidente eleito da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, Abeso. O diabete, ao lado da pressão alta, do colesterol, dos triglicérides alterados e, de novo, da tal barriga, é o componente básico de um mal que mata — a síndrome metabólica. O azeite, no entanto, ajuda a quebrar esse círculo nefasto.

Muito, muito antes de se estabelecer qualquer relação do azeite com a barriga — antes até mesmo de se ter certeza de que barriga prejudicaria o coração —, cientistas já observavam que os maiores consumidores do alimento estavam protegidos de males cardíacos. Os povos do Mediterrâneo, que historicamente regam seus pratos com esse óleo, parecem mais distantes da ameaça de infarto. Claro, é preciso considerar que também se esbaldam em verduras, frutas e peixes, outros guardiães dos vasos. Nenhum desses alimentos, entretanto, compete com o azeite na preferência de gregos, italianos e espanhóis. “Muitos deles têm o hábito de tomar uma colher do óleo em jejum”, conta o bioquímico Jorge Mancini, professor da Universidade de São Paulo (USP), que esteve na Espanha para pesquisar o assunto.

Para o nutrológo e cardiologista Daniel Magnoni, do Instituto de Metabolismo e Nutrição, que fi ca na capital paulista, uma vantagem da chamada dieta do Mediterrâneo é que a gordura monoinsaturada vinda da oliva ocupa o espaço das temidas trans, presentes nas margarinas, e das saturadas, que estão nas carnes vermelhas. “Diferentemente da mono, que faz as taxas do mau colesterol despencarem, a dupla tem relação com a subida do LDL”, diz.

Vantagens do EXTRAVIRGEM !

O efeito antibarriga, em tese, pode ser obtido com qualquer tipo de azeite de oliva. Afinal, em matéria de teor de gordura monoinsaturada — à qual se atribui essa ação — eles praticamente empatam. Já quando se fala em evitar as placas nas artérias, a bioquímica Luciane Faine, que analisou o azeite na Universidade Estadual Paulista de Botucatu, no interior de São Paulo, reforça as vantagens do tipo extravirgem. É que, no caso do efeito anticolesterol, é importante a presença de moléculas antioxidantes. “Na produção do extravirgem a pressão física da oliva, que é feita sem adição de produtos químicos, preserva esses compostos”, diz ela.

Segundo Luciane, os polifenóis do óleo extravirgem se acumulam no plasma sangüíneo. “Com isso, os radicais livres que oxidariam o colesterol a ponto de ele estacionar nas paredes dos vasos fi cam praticamente fora de ação”, conclui. E saiba: todas as células do corpo saem ganhando.

Um azeite legítimo não traz solventes ou substâncias químicas. Como dizem os especialistas, ele é o suco da azeitona, pura e simplesmente. O que muda é o sabor, a textura, a cor ou o aroma. “Tudo isso vai depender da variedade do fruto”, diz a nutricionista e chef Maria Luiza Ctenas, uma expert no assunto.

Assim como acontece com o vinho, que já formou legiões de enófilos, hoje existem gourmets especializados em azeite que distinguem tipos de azeitona e locais de plantio apenas pelo olfato e sabem qual tipo de óleo combina com qual receita. São chamados pelos espanhóis de catadores. Segundo Maria Luiza o conselho desses experts vale muito, mas não dá para estabelecer regras. “Cada um deve descobrir seu azeite preferido”, opina.

Marcus Bueno, da butique de azeites Olivier’s & Co., que fica na capital paulista, sugere paciência na descoberta do óleo predileto. “No início pode parecer tudo igual, mas aos poucos o paladar vai ficando mais apurado”, observa. Bueno, que é um legítmo catador. Ele recomenda primeiro observar o prazo de validade. Depois de aberto, o produto, desde que conservado longe da luz e bem tampado, deve ser consumido em seis meses, no máximo.

E, para aqueles que pensam que o óleo de oliva está proibido de ir para a panela, os pesquisadores avisam que sim, ele pode, já que sua composição é bastante estável. Só não vale fritar ou abusar de temperaturas altas — quanto maior o calor, maiores as perdas dos compostos benéficos.

CADA GORDURA, UMA CINTURA O azeite ajuda a combater a barriga. Já a gordura encontrada em certas margarinas...

MONOINSATURADA

É como se esse ácido graxo, ou partícula de gordura, reorganizasse os depósitos de gordura, impedindo que inchem as células adiposas entre os órgãos do abdômen. Isso já foi observado, embora por enquanto ninguém conheça detalhes do mecanismo. “Outra boa notícia é que a molécula monoinsaturada do azeite aumenta a produção da adiponectina, uma substância capaz de combater inflamações e as placas nas artérias”, diz o cardiologista Heno Lopes, do Instituto do Coração, o InCor, em São Paulo.

TRANS

Apesar de oferecer as mesmas 9 calorias por grama do azeite, a famigerada trans parece inflar os adipócitos, que são as células gordurosas, com maior facilidade do que qualquer outro óleo. Existem evidências científicas de que não adianta tanto levar uma dieta mais leve se os poucos lipídios que entram no cardápio são trans. Além de favorecer a pança, esse tipinho provoca a resistência à insulina, fazendo o pâncreas trabalhar dobrado — um esforço extra que pode desembocar no diabete tipo 2.

O QUE ESSE ÓLEO TEM

Mais da metade da composição do azeite é pura gordura monoinsaturada. Ele contém, ainda, pitadas de ômega-3 e está cheio de substâncias antioxidantes, com destaque para os polifenóis, que, além de conferir aquele aroma característico, beneficiam nossas artérias. Vale ressaltar ainda a boa concentração de vitamina E, nutriente que afasta o risco de tumores.

MUITO ALÉM DO CORAÇÃO O azeite é apelidado pelos mediterrâneos, merecidamente, aliás, de “ouro líquido”

NO ESTÔMAGO

Pesquisadores da Universidade de Valme, na Espanha, observaram que o óleo de oliva contém substâncias com efeito bactericida, capazes de combater a Helicobacter pylori, microorganismo por trás da gastrite. O achado foi publicado recentemente no Journal of Agricultural and Food Chemistry, um importante periódico científico americano.

ABAIXO A DOR

Cientistas do Instituto Monell, nos Estados Unidos, encontraram no azeite uma molécula que inibe a atividade de enzimas envolvidas em inflamações. É o oleocanthal, um composto de ação idêntica à de analgésicos e que, portanto, é infalível contra as dores. Então, é provável que o consumo regular ofereça alívio para os que sofrem de dores crônicas.

PARA OS OSSOS

Ele também ajudaria a afastar a osteoporose. Pesquisadores da Universidade de Jáen, na Espanha, notaram que o consumo de azeite está associado à menor incidência de fraturas. Embora o efeito tenha sido demonstrado em um grupo de 334 voluntários, falta elucidar o porquê.

CONTRA TUMORES

Um trabalho publicado há pouco na revista da Sociedade Européia de Oncologia mostra que a gordura monoinsaturada do óleo de oliva diminui o risco do câncer de cólon. Pesquisas anteriores já apontaram a ação preventiva em outros tumores, como o de mama.

Fonte: Revista SAÚDE!

Abraço forte

terça-feira, 15 de julho de 2008

É loucura...

Odiar todas as rosas
Porque uma te espetou...

Entregar todos os teus sonhos
Porque um deles não se realizou...

Perder a fé em todas as orações
Porque numa não foste atendido...

Desistir de todos os esforços
Porque um deles fracassou...

Condenar todas as amizades
Porque uma te traiu...

Descrer de todo amor
Porque um deles te foi infiel...

Jogar fora todas as chances de ser feliz
Porque uma tentativa não deu certo....


Espero que na tua caminhada
Não cometa estas loucuras.

Lembrando que sempre ...
Há uma outra Chance
Uma outra Amizade
Um outro Amor
Uma nova Força


É só ser perseverantee
Procurar ser mais feliz a cada diaA glória não consiste em jamais cair, mas sim de erguer-se toda vez que for necessário !

Levantei inspirado hoje galera, queria agradecer o carinho dos amigos blogueiros ok?? E pra quem não conhece a Mallú Magalhães, vai aí o único clipe dela que consegui encontrar no youtube....na minha opinião, essa garota vai estourar por aqui!
Uma puta terça-feira à todos!!




segunda-feira, 14 de julho de 2008

Eu não era feia, eu era pobre !!

Bom pessoal, desculpem a nota depressiva de ontem.....mas realmente eu não sei ver esse tipo de notícia e ficar com o humor inalterado, essas coisas mexem comigo sim ! E tudo bem , tudo nessa vida pode ser passageiro, contudo, por mais passageiro que seja , não podemos deixar de agregar o valor humano à nossa vida, o valor do esforço de termos que viver no mundo de hoje, cheio de violência e preconceito, pois se assim não for, então não vale a pena a luta diária para alcançarmos uma vida mais digna ! Passageiro sim, mas de muito valor e insubstituível .

E chega de tristeza! O post de hoje nos mostra que dinheiro pode não trazer felicidade, mas dá uma massageada na auto-estima, e um up-grade na layout que meus Deus....Verdadeiros milagres !!!! Espero que todos tenham uma semana radiante!! Namastê !!