Abração e ótimo domingo !!!
sábado, 19 de julho de 2008
Christian Pior e Sabrina Sato na SPFW !!
Abração e ótimo domingo !!!
Foucault e a homossexualidade - Parte 2
Vamos tratar da relação entre a vida de Michel Foucault e seu pensamento, buscando detectar como sua homossexualidade aparece refletiva em sua obra. Em primeiro lugar, no entanto, é preciso destacar que não é possível estabelecer uma relação causal simplista, do tipo "como ele foi homossexual, se interessou por sexo". A vida e o pensamento de Foucault são muito mais complexos para serem reduzidos a uma equação dessa simplicidade. Alguns biógrafos e comentaristas seguem esse procedimento, mas o resultado é fraco.
Ora, os estudos sobre a tortura e a prisão não encontram eco naquilo que Foucault escreveu sobre o SM. Muito pelo contrário, Foucault sabia separar a crueldade do sadismo e do masoquismo. "A idéia de que o SM está ligado a uma violência profunda, de que a prática SM é um meio de liberar essa violência e essa agressividade, é uma idéia estúpida", disse o próprio Foucault em entrevista à revista gay The Advocate. "Sabemos bem que essas práticas não são agressivas. Elas consistem em inventar novas possibilidades de prazer, graças à erotização das partes estranhas do corpo".
ele ter uma idéia tão absurda? – foi a repressão que o impedia de viver sua homossexualidade".
Todo o debate contemporâneo sobre relacionamentos abertos ou novas famílias refletem essa amizade proposta por Foucault. É essa amizade exposta por Foucault ao responder aos jornalistas da Gai Pied. "É uma das concessões que se fazem aos outros de apenas apresentar a homossexualidade sob a forma de um prazer imediato, de dois jovens que se encontram na rua, se seduzam por um olhar, que põem a mão na bunda um do outro, e se lançando ao ar por um quarto de hora. Esta é uma imagem comum da homossexualidade que perde toda a sua virtualidade inquietante por duas razões: ela responde a um cânone tranqüilizador da beleza e anula o que pode vir a inquietar no afeto, carinho, amizade, fidelidade, coleguismo, companheirismo, aos quais uma sociedade um pouco destrutiva não pode ceder espaço sem temer que se formem alianças, que se tracem linhas de força imprevistas. Penso que é isto o que torna perturbadora a homossexualidade: o modo de vida homossexual muito mais que o ato sexual mesmo. Imaginar um ato sexual que não esteja conforme a lei ou a natureza, não é isso que inquieta as pessoas. Mas que indivíduos comecem a se amar, e aí está o problema. A instituição é sacudida, intensidades afetivas a atravessam, ao mesmo tempo, a dominam e perturbam. Olhe o exército: ali o amor entre homens é, incessantemente convocado e honrado. Os códigos institucionais não podem validar estas relações das intensidades múltiplas, das cores variáveis, dos movimentos imperceptíveis, das formas que se modificam. Estas relações instauram um curto-circuito e introduzem o amor onde deveria haver a lei, a regra ou o hábito". 
Foucault e a homossexualidade - Parte 1
Um dos principais filósofos do século XX não só era gay, mas também foi responsável por revoluções profundas no pensamento ocidental. Michel Foucault é, até hoje, 23 anos após sua morte, um dos principais nomes citados nas discussões sobre gênero, sexualidade e poder.Foucault nasceu em 1926 e morreu em 1984, vítima de complicações provocadas pelo HIV/aids. Seu trabalho desenvolveu-se dentro do chamado pós-estruturalismo, corrente que defende a inexistência de verdades absolutas e considera a linguagem como instrumento que cria a realidade.
Quem acompanha a situação das transexuais hoje consegue entender bem isso. Até o momento, a transexualidade é considerada uma doença no discurso médico, a chamada "disforia de gênero". Parte do movimento transexual aceita a condição de "doente" e, por isso, exige tratamento médico gratuito, uma vez que esses sujeitos foram "vítimas" de um mal que os acometeu. Nasceram com o sexo trocado, assim como alguns nascem com diabetes ou má formação de órgãos. Outra parte do movimento trans, no entanto, discorda dessa interpretação e pede que a adequação genital seja baseada no princípio da dignidade humana (no Brasil, defendido pela Constituição). Ou seja, o médico não vai tratar porque são doentes, e sim porque querem que seus genitais reflitam suas mentes. Nesse sentido, um/uma transexual não "muda de sexo". E, também, é possível pensar que há transexuais que preferem continuar com seus genitais inalterados cirurgicamente – questão essa que ainda é polêmica no movimento GLBT. Ora, percebemos portanto como o discurso constrói realidades e legitima certas práticas. A homossexualidade no discurso médico, até pouco tempo, também era doença e podia ser tratada. E no discurso jurídico continua sendo crime passível de pena de morte (se eles soubessem o que estão perdendo iriam querer morrer disso !rs) em nove países do mundo. Esses exemplos tornam nítidas as relações entre palavras e poder, discurso e verdade, explicadas por Foucault.
Para chegar a essas conclusões, Foucault percorreu um longo caminho, realizando pesquisas que
ficam no limite entre a história, a antropologia, a sociologia e a filosofia. Estabeleceu um método por ele chamado de "genealógico" que parte de estudos históricos, mas não busca uma origem única e causa dos fatos. Estudou o poder disciplinar, a loucura e a sexualidade.Em História da Loucura, ele mostra como os "loucos" são excluídos e confinados porque não se encaixam no processo produtivo. A "verdade" do discurso psiquiátrico serviu para isolá-los. Em Vigiar e punir, Foucault expõe como a prisão e o sistema disciplinar nas escolas serve para tornar os corpos dóceis (gente, adorei esse negócio de tornar corpos dóceis !), bem integrados socialmente e assujeitados ao poder dominante.
Mas é em História da sexualidade, obra que deixou incompleta, que Foucault mostra como é possível não se sujeitar aos poderes estabelecidos e legitimados pelos discursos dominantes. Nesse trabalho, Foucault defende que quanto mais falamos sobre sexo, mais o reprimimos. Isso porque criamos esquemas que julgam e comparam as práticas sexuais.
No entanto, a homossexualidade pode ser uma forma da pessoa se afirmar fora do discurso dominante. Em entrevista para a revista gay francesa Gai Pied, em 1981, Foucault diz: "É preciso desconfiar da tendência de levar a questão da homossexualidade para o problema 'Quem sou eu? Qual o segredo do meu desejo?' Quem sabe, seria melhor perguntar: 'Quais relações podem ser estabelecidas, inventadas, multiplicadas, moduladas através da homossexualidade?'. O problema não é descobrir em si a verdade sobre seu sexo, mas, para além disso, usar de sua sexualidade para chegar a uma multiplicidade de relações. E isso, sem dúvida, é a razão pela qual a homossexualidade não é uma forma de desejo, mas algo de desejável. Temos que nos esforçar em nos tornar homossexuais e não nos obstinarmos em reconhecer que o somos. Isso para onde caminha os desenvolvimentos do problema da homossexualidade é o problema da amizade".
Ou seja, Foucault indica como a homossexualidade pode ser transformadora, ao afirmar um cuidado de si que é alheio ao heterossexismo dominante. Diz Foucault: "Tão longe quanto me recordo, desejar rapazes é desejar relações com rapazes. E isso foi sempre, para mim, algo importante. Não forçosamente sob a forma do casal, mas como uma questão de existência: Como é possível para homens estarem juntos? Viver juntos, compartilhar seus tempos, suas refeições, seus quartos, seus lazeres, suas aflições, seu saber, suas confidências? O que é isso de estar entre homens nus, fora das relações institucionais, de família, de profissão, de companheirismo obrigatório? É um desejo, uma inquietação, um desejo-inquietação que existe em muitas pessoas". A amizade é a tônica das relações homossexuais para Foucault.continua.....
Heath Ledger...
Entao galera, ainda não fui ao cinema assistir ao filme do morcegão, mas já soube que realmente o ator Heath Ledger fez muito bonito na pele do vilão Coringa, o que não me espanta, pois das poucas atuações que conheço dele, a que mais me marcou, e tenho certeza que a maioria do público gls, em Brookbeck Montain, ele estava divino e foi muito corajoso em encarar um papel como aquele!E pra terminar deixo esse clipe aí do THE VERVE....antiguinha, mas é uma delícia!! Sou meio nostalgico e essas canções mais antigas me fazem muito bem!! pra quem não conhecia, espero que curtam!!
abraço
3 sets x zero...tadinha da venezuela !!

Enfim, o jogo foi meio sem graça, por que foi uma verdadeira surra o que a seleção fez com os venezinhas, coitados....!! Também pudera não é? a nossa seleção de vôlei é na minha opinião, a melhor do mundo e o Bernardinho o melhor treinador de que já ouvi falar!!! Então o resultado não poderia ser diferente!! 3 Sets x zero !! Veremos o que Pequim nos reserva!!
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Festa no sabadão goiano...ao som de Jeff Valle....
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Four minutes
abração
Azeite Antibarriga !!!
Basta um fio dourado do óleo da oliva para que aquela torrada dura e seca ganhe textura macia e sabor especial. Uma outra transformação ocorre no seu organismo, mais precisamente no abdômen, quando você consome o azeite: ele impede o depósito de gordura bem ali, na linha da cintura. Parece um contra-senso, já que o alimento é dos mais calóricos — cada grama oferece cerca de 9 calorias. Mas a descoberta é séria: o sumo das azeitonas evita mesmo a barriga indesejada. (Ninguém por favor vá tomar azeite no bico hein? rs)Quem assina embaixo são cientistas de diversas universidades européias. Juntos eles publicaram seu trabalho no periódico Diabetes Care, da Associação Americana de Diabete, em que compararam exames de imagem de voluntários, antes e depois do consumo do óleo. E observaram que esse bom hábito diminuiu os depósitos de banha no abdômen. Diga-se: o ideal seria que você consumisse duas colheres de sopa por dia do ingrediente para obter seus benefícios.
No fundo, o mérito é todo da gordura monoinsaturada, que predomina no azeite. Se ela já era festejada por varrer o colesterol ruim das artérias, agora os médicos têm ainda mais motivo para cobri-la de elogios. Isso porque estão empenhados em acabar com as barrigas avantajadas — e não tem nada a ver com questões de beleza. “A gordura visceral, justamente aquela da cintura, produz substâncias que dificultam a ação da insulina, o hormônio produzido pelo pâncreas que ajuda a glicose a entrar nas células. Ou seja, barriga grande pode levar ao diabete do tipo 2”, explica o endocrinologista Márcio Mancini, presidente eleito da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, Abeso. O diabete, ao lado da pressão alta, do colesterol, dos triglicérides alterados e, de novo, da tal barriga, é o componente básico de um mal que mata — a síndrome metabólica. O azeite, no entanto, ajuda a quebrar esse círculo nefasto. Muito, muito antes de se estabelecer qualquer relação do azeite com a barriga — antes até mesmo de se ter certeza de que barriga prejudicaria o coração —, cientistas já observavam que
os maiores consumidores do alimento estavam protegidos de males cardíacos. Os povos do Mediterrâneo, que historicamente regam seus pratos com esse óleo, parecem mais distantes da ameaça de infarto. Claro, é preciso considerar que também se esbaldam em verduras, frutas e peixes, outros guardiães dos vasos. Nenhum desses alimentos, entretanto, compete com o azeite na preferência de gregos, italianos e espanhóis. “Muitos deles têm o hábito de tomar uma colher do óleo em jejum”, conta o bioquímico Jorge Mancini, professor da Universidade de São Paulo (USP), que esteve na Espanha para pesquisar o assunto.
Para o nutrológo e cardiologista Daniel Magnoni, do Instituto de Metabolismo e Nutrição, que fi ca na capital paulista, uma vantagem da chamada dieta do Mediterrâneo é que a gordura monoinsaturada vinda da oliva ocupa o espaço das temidas trans, presentes nas margarinas, e das saturadas, que estão nas carnes vermelhas. “Diferentemente da mono, que faz as taxas do mau colesterol despencarem, a dupla tem relação com a subida do LDL”, diz.
O efeito antibarriga, em tese, pode ser obtido com qualquer tipo de azeite de oliva. Afinal, em matéria de teor de gordura monoinsaturada — à qual se atribui essa ação — eles praticamente empatam. Já quando se fala em evitar as placas nas artérias, a bioquímica Luciane Faine, que analisou o azeite na Universidade Estadual Paulista de Botucatu, no interior de São Paulo, reforça as vantagens do tipo extravirgem. É que, no caso do efeito anticolesterol, é importante a presença de moléculas antioxidantes. “Na produção do extravirgem a pressão física da oliva, que é feita sem adição de produtos químicos, preserva esses compostos”, diz ela.
Segundo Luciane, os polifenóis do óleo extravirgem se acumulam no plasma sangüíneo. “Com isso, os radicais livres que oxidariam o colesterol a ponto de ele estacionar nas paredes dos vasos fi cam praticamente fora de ação”, conclui. E saiba: todas as células do corpo saem ganhando.
Um azeite legítimo não traz solventes ou substâncias químicas. Como dizem os especialistas, ele é o suco da azeitona, pura e simplesmente. O que muda é o sabor, a textura, a cor ou o aroma. “Tudo isso vai depender da variedade do fruto”, diz a nutricionista e chef Maria Luiza Ctenas, uma expert no assunto.
Assim como acontece com o vinho, que já formou legiões de enófilos, hoje existem gourmets especializados em azeite que distinguem tipos de azeitona e locais de plantio apenas pelo olfato e sabem qual tipo de óleo combina com qual receita. São chamados pelos espanhóis de catadores. Segundo Maria Luiza o conselho desses experts vale muito, mas não dá para estabelecer regras. “Cada um deve descobrir seu azeite preferido”, opina.
Marcus Bueno, da butique de azeites Olivier’s & Co., que fica na capital paulista, sugere paciência na descoberta do óleo predileto. “No início pode parecer tudo igual, mas aos poucos o paladar vai ficando mais apurado”, observa. Bueno, que é um legítmo catador. Ele recomenda primeiro observar o prazo de validade. Depois de aberto, o produto, desde que conservado longe da luz e bem tampado, deve ser consumido em seis meses, no máximo.
E, para aqueles que pensam que o óleo de oliva está proibido de ir para a panela, os pesquisadores avisam que sim, ele pode, já que sua composição é bastante estável. Só não vale fritar ou abusar de temperaturas altas — quanto maior o calor, maiores as perdas dos compostos benéficos.
CADA GORDURA, UMA CINTURA O azeite ajuda a combater a barriga. Já a gordura encontrada em certas margarinas...
É como se esse ácido graxo, ou partícula de gordura, reorganizasse os depósitos de gordura, impedindo que inchem as células adiposas entre os órgãos do abdômen. Isso já foi observado, embora por enquanto ninguém conheça detalhes do mecanismo. “Outra boa notícia é que a molécula monoinsaturada do azeite aumenta a produção da adiponectina, uma substância capaz de combater inflamações e as placas nas artérias”, diz o cardiologista Heno Lopes, do Instituto do Coração, o InCor, em São Paulo.
Apesar de oferecer as mesmas 9 calorias por grama do azeite, a famigerada trans parece inflar os adipócitos, que são as células gordurosas, com maior facilidade do que qualquer outro óleo. Existem evidências científicas de que não adianta tanto levar uma dieta mais leve se os poucos lipídios que entram no cardápio são trans. Além de favorecer a pança, esse tipinho provoca a resistência à insulina, fazendo o pâncreas trabalhar dobrado — um esforço extra que pode desembocar no diabete tipo 2.
O QUE ESSE ÓLEO TEM
Mais da metade da composição do azeite é pura gordura monoinsaturada. Ele contém, ainda, pitadas de ômega-3 e está cheio de substâncias antioxidantes, com destaque para os polifenóis, que, além de conferir aquele aroma característico, beneficiam nossas artérias. Vale ressaltar ainda a boa concentração de vitamina E, nutriente que afasta o risco de tumores.
MUITO ALÉM DO CORAÇÃO O azeite é apelidado pelos mediterrâneos, merecidamente, aliás, de “ouro líquido”
Pesquisadores da Universidade de Valme, na Espanha, observaram que o óleo de oliva contém substâncias com efeito bactericida, capazes de combater a Helicobacter pylori, microorganismo por trás da gastrite. O achado foi publicado recentemente no Journal of Agricultural and Food Chemistry, um importante periódico científico americano.
Cientistas do Instituto Monell, nos Estados Unidos, encontraram no azeite uma molécula que inibe a atividade de enzimas envolvidas em inflamações. É o oleocanthal, um composto de ação idêntica à de analgésicos e que, portanto, é infalível contra as dores. Então, é provável que o consumo regular ofereça alívio para os que sofrem de dores crônicas.
Ele também ajudaria a afastar a osteoporose. Pesquisadores da Universidade de Jáen, na Espanha, notaram que o consumo de azeite está associado à menor incidência de fraturas. Embora o efeito tenha sido demonstrado em um grupo de 334 voluntários, falta elucidar o porquê.
Um trabalho publicado há pouco na revista da Sociedade Européia de Oncologia mostra que a gordura monoinsaturada do óleo de oliva diminui o risco do câncer de cólon. Pesquisas anteriores já apontaram a ação preventiva em outros tumores, como o de mama.
Fonte: Revista SAÚDE!
Abraço forte
terça-feira, 15 de julho de 2008
É loucura...

Desistir de todos os esforços
Porque um deles fracassou...
Condenar todas as amizades
Porque uma te traiu...

Descrer de todo amor
Porque um deles te foi infiel...
Jogar fora todas as chances de ser feliz
Porque uma tentativa não deu certo....
Não cometa estas loucuras.
Lembrando que sempre ...
Há uma outra Chance
Uma outra Amizade
Um outro Amor
Uma nova Força
Procurar ser mais feliz a cada dia
A glória não consiste em jamais cair, mas sim de erguer-se toda vez que for necessário !Uma puta terça-feira à todos!!
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Eu não era feia, eu era pobre !!




















