
quinta-feira, 23 de julho de 2009
domingo, 3 de maio de 2009
Ganhe músculos com a ajuda da dieta !!
Ótimo final de semana a todos !

é número um em quantidade de creatina, essencial para a construção muscular. Mais: contém ferro, zinco, niacina (vitamina B3) e vitamina B12 - nutrientes cruciais para quem quer resultados.
é o alimento com o mais alto valor biológico - uma espécie de medida da quantidade de proteína que um alimento é capaz de fornecer ao corpo. É verdade que a proteína da carne é mais eficiente para a construção muscular. Mas a gema, além da proteína, contém a vitamina B12, necessária para diminuir os níveis de gordura e ajudar na contração muscular. Ela também é a melhor fonte de colina, substância que ajuda a dissolver a gordura nas artérias.
tem aminoácidos essenciais em altas porcentagens e é decisivo no crescimento muscular, porque combina proteína e carboidrato em doses ideais. Um copo fornece 10% da nossa necessidade diária de proteína. A versão com frutas é ainda melhor, porque aumenta os níveis de insulina, uma das chaves para reduzir a perda protéica que costuma acontecer após o exercício.Quantidade ideal: um ou dois potes de iogurte diariamente, de preferência sem açúcar e sem adoçante, porque esses ingredientes diminuem a ação dos lactobacilos e também o teor de vitaminas do complexo B.
é altamente protéico, com grandes quantidades de ômega-3, uma gordura que ajuda na recuperação da massa muscular.
a gordura monoinsaturada ômega-9 tem ação anticatabólica, ou seja, age contra inflamações, que provocam o desgaste e a fraqueza muscular.
são uma das maiores fontes da vitamina E alfa-tocoferol, a forma mais bem absorvida pelo corpo e um potente antioxidante, que pode ajudar a prevenir os danos provocados pelos radicais livres após o treino. E, quanto menos agressões praticadas pelos radicais livres, mais rapidamente seus músculos vão se recuperar.domingo, 26 de abril de 2009
Bronzeamento
1 - Além de satisfazer a vaidade, qual a importância do bronzeamento para o corpo?
3 - Os autobronzeadores oferecem algum risco à pele?
9 - Quantas vezes por semana eu posso usar essas camas de bronzeamento artificial? É preciso aplicar filtro solar? • Todo ano surgem cerca de mil novos casos de câncer de pele no Brasil. Em um país ensolarado como o nosso, o filtro solar deve ser usado diariamente
• Usar chapéu é uma boa dica para se proteger do sol. Quem abre mão do acessório deve usar um filtro com fator de proteção 15, todos os diasSe você fica vermelho depois de 5 minutos de sol, vai demorar 10 vezes mais tempo — ou seja, 50 minutos — se usar um filtro com FPS 10
Fonte: Revista Saúde (editora Abril)
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Se a barriga é tanquinho...
Os anos 2000 revelam o novo ponto de obsessão da anatomia do homem: o tanquinho
por Valmir Costa (Mundo +)

Em 1908 a revista humorística Careta fazia crítica à nova vaidade masculina. Chamava o homem vaidoso de “representante desse sexo que se diz barbado e vive a depilar-se agora”. Cem anos depois, este homem raspa não só a barba, mas outras partes do corpo como peito, abdômen e, quiçá, as pernas. Tudo para exibir o que os pelos escondiam: os músculos. É exatamente este modelo representado pelos anos 2000 para a estética corporal masculina.
A revista Men’s Helth [Saúde dos Homens], lançada nos Estados Unidos em 1986, é a maior representante desta nova estética máscula. Além dela, claro, as revistas gays, que usam os corpos torneados masculinos em suas páginas e capas. A Men’s Helth é veiculada em 48 países. A versão brasileira foi lançada em maio de 2006.
De lá para cá, pode-se perceber qual o local que a alma deste homem moderno deve ocupar: o corpo sarado. Todas as edições da Men’s Helth dão destaque na chamada para o abdômen. “Tchau Barriga”, já dizia a primeira edição. As demais dão destaque para os músculos, sobre emagrecimento, à boa forma, mudança de hábitos para um corpo ideal e para a perda do pneu, ou seja, mais uma vez a região da barriga. Não é à toa que os homens da capa da Men’s Helth ostentam uma barriga, ou melhor, um abdômen sarado, rasgado e cheio de gominhos.
Só muda o nome – A barriga tanquinho se tornou o novo ponto de obsessão da anatomia do homem e está impregnada em todas as culturas. Só muda o nome. Como dois exemplos, este tanquinho é chamado nos Estados Unidos de six pack [pacote com seis] e na Itália addominali a tartaruga [abdômen de tartaruga]. Mas essa barriga tanquinho, que se tornou símbolo do masculino, é metonímica. Ela é a parte pelo todo, pois se pressupõe que, se a barriga é “tanquinho”, o homem é uma Brastemp.
Também é metafórica porque revela a virilidade inflada numa correlação fálica. O pênis é o único órgão externo que se modifica por conta própria. Logo, pressupõe-se nessa representação viril na musculatura como se belos corpos são dotados de belos pênis. Uma correlação erotizada do macho. Mas como o falo causa desconforto, é preciso demonstrá-lo de forma metafórica. Mas nem sempre o pênis cresce ao ponto de satisfazer o “dono” dele.
O que não ocorre com os músculos. Estes sim, se trabalhados com toda a maquinaria das academias, podem crescer. É um processo afirmativo e superlativo de ser homem ou mais do que os outros. Também ocorre no meio gay com aqueles que cultivam os músculos inflados. Receberam a alcunha de “barbie”. Tudo isso por conta do slogan da boneca: “o que você vai querer ser quando crescer? Barbie!”. Enfim, o corpo marombado, mas a alma de boneca.
Do armário para academia – No entanto, tal modelo viril impera no meio gay, muitas vezes
estimulado por anabolizantes. No entanto, os anabolizantes incham o corpo e encobrem as dobraduras dos gominhos abdominais. É necessário murchar o corpo para que esta região possa vir à tona. O final da primeira década dos anos 2000 faz surgir uma nova espécie: a do corpo definido, rasgado, sarado. O estilo “barbie” está fadado ao démodé como prenúncio dos próximos anos. Chaga a hora de dizer “adeus, barbie”, e ver emergir uma outra estética corporal.
Mas esse culto à imagem máscula do corpo sempre existiu. No final da década de 60 aos anos 70, o modelo viril era outro. Os bigodões e os pêlos corporais ditavam tal estética, também de forma ambivalente na relação da sexualidade e satirizada na música Macho Man, do Village People. Naquela época, como agora, há um constante apelo masculino de uma nova identidade.
Ele procura um lugar que o comporte depois dos movimentos feminista e gay a partir dos anos 60. Hoje a mulher saiu da cozinha, o gay do armário, e se juntaram aos homens nas academias de musculação. Todos habitam o local da “malhação”, que tem início no final dos anos 80 e perpetua-se até hoje. É a época do corpo torneado à máquina. Alguns teóricos classificam tal comportamento como o pós-humano.
É o novo estatuto do corpo, que extrapola o orgânico através do uso da maquinaria, e que supervaloriza a matéria orgânica. É a era do materialismo, no qual o corpo é mais valorizado do que a mente. Esta é uma forma diferenciada da arquitetura do modelo do homem grego. Toda parte do corpo se voltava para a mente do homem racional proposto por Platão. Mas essa musculatura estava sempre associada ao poder, representado pelo pênis como o “algo mais” se comparado à mulher castrada.
Falocentrismo deslocado – Contudo, este pênis grego era decoroso, sublime e pequeno. E deveria ter a proporção áurea entre a cabeça (razão) e o resto do corpo. Até a concepção renascentista de David de Michelangelo adotava tal modelo. Isto é, a consciência, pois ela é a função de um organismo, não de um órgão. A consciência também não é função única do cérebro. Porém, essa consciência se deslocou e se alojou no abdômen, no centro do corpo masculino. Ficou mais próximo ao pênis e mais longe do cérebro. É um falocentrismo deslocado e circunscrito, pois Narciso acha feio o que não é “tanquinho”.
No meio disso, a indústria cultural lança o termo metrossexual para o homem moderno com estilo estético arrojado. Atitudes antes atribuídas às mulheres ou a “homens suspeitos”. O editorial da Men’s Helth da edição de março de 2008 disse: “Você, leitor, já sabe que a “Men’s Helth” é uma revista que funciona, que é para ser usada mesmo, manipulada, carregada na mochila, da casa para a academia, da banca para o café na padaria, para o parque... O problema é que nossos amigos folheiam a Men’s, mas não a lêem a fundo”. Quem seriam estes “amigos”? Os machos? E quem lê a revista são os “suspeitos”? Ou são os gays? Sabe-se lá!
O que se sabe é que há um estranhamento, por parte dos homens, na linguagem adotada pela revista, que segue o estilo da revista Nova. Como exemplo, os verbos imperativos: “Perca a barriga já!”, “Troque gorduras por músculos”, “Ganhe potência no sexo”, “Ganhe músculos na boa”, “Aumente os músculos agora!”, “Fique forte para o sexo – ganhe vigor, flexibilidade e força nos músculos que são mais exigidos na hora H. Ela vai sentir a diferença”. Funde-se e confunde-se homem e pênis numa coisa só, representado apenas pelos músculos. É como se os músculos fossem a principal ferramenta na “hora H”.
Esnobismo – A virilidade vem da fala e dos procedimentos que homens têm em relação à
mulher e do gay em relação a outro gay. O homem tem tanta autoestima que não se acanha em dar uma cantada numa bela mulher, ainda que ele seja muito feio. Se ela o esnoba, na consciência masculina, ela é uma vadia. Isso porque vai “dar” para qualquer outro e não para ele. É sempre ela a culpada. No caso feminino, a mulher toma para si a “culpa”. Será que sou feia? Tenho celulites e estrias? Estou gorda?
São neuroses que estamos acostumados a ver na revista Nova e que, supostamente, atrapalham o orgasmo. A insegurança dessa castração é representada no ponto G. Imaginário, é ele tratado como se fosse um “ponto de ônibus”, no qual a mulher embarca e chega aonde ela quiser. Já os gays sarados, com barriga tanquinho, parecem estar sempre fora de forma. Dizem que precisam malhar mais. Parecem carentes de elogios o tempo todo. Mas quando podem, desdenham a paquerada de um magrelo ou um gordinho barrigudo com “cara de nojo de nós”, ou seja, o famoso carão.
Sem contar em alguns muxoxos como quem diz “vê se te enxerga!”. Já os franzinos e os gorduchinhos idolatram esta imagem malhada como ninguém. Outros, por conseguinte, preferem fazer o pacto da cegueira mútua. Entreolham-se, mas um não vê outro. Os músculos ou a ausência deles encobrem qualquer campo de visão. Mas o que estes músculos realmente encobrem são as inseguranças do masculino diante da virilidade atribuída antes ao tamanho do pênis.
Mas os homens, sejam gays ou héteros, sempre se safaram desse “trauma” com a piadinha “melhor um pequeno brincalhão do que um grande bobão”, ou então, “tamanho não é documento”. Discurso adotado até por muitas mulheres e, quiçá, alguns gays, quando não têm algo melhor, ou maior, para o seu deleite. Então, já que piadinha alivia traumas, para os desprovidos de barriga tanquinho e os providos de uma baita pança uma pergunta: Do que adianta uma barriga tanquinho se a torneira é pequena?
Pesado hein?? e de que adianta um corpo maravilhoso, se da boca só sai merda, e na cabeça só tem vento?
vamos pensar?
forte abraço a todos e ótimo findi !
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Nice week dears
Ahhh e sobre o Barak Obama ter elogiado e layout do nosso presidente gordenho, pudera né galera!! Quem não elogiaria um Armany???? É assim, antes da presidência, ternos aproveitados de brexos, depois da presidência, alta costura importada !!! Por isso eu digo : Não existe gente feia, e sim sem "recursos" !
Frase de hoje:
No meu tempo as crianças só matavam aula.
domingo, 5 de abril de 2009
TRUQUE NO CARÃOOOOOO !!!
Já faz tempo que o mercado de cosmético quer ganhar o público masculino com linhas específicas. Só em 2006, mais de R$ 1,5 bilhão foi movimentado por esse nicho específico, segundo levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC). Os perfumes, os desodorantes e os produtos para barba são os líderes no faturamento.Para quebrar com esse mito algumas empresas brasileiras têm lançado linhas de maquiagem masculina. No final de 2007, O Boticário lançou a linha Boticário Men, com produtos para esconder olheiras ou para dar um up na expressão. Para Márcia Rocha, é fundamental que as empresas desenvolvam essas linhas. “Se não forem criados produtos específicos, o homem vai se aventurar na necessaire de uma mulher” opina. E os produtos para homens devem ter características específicas para terem sucesso: serem fáceis de usar e espalhar, serem multifuncionais e não ter textura grudenta.
Os homens são básicos na hora de fazer a maquiagem. Um corretivo basta para esconder olheiras e manchas de sol com um pó translúcido para tirar o brilho. No lábio, normalmente é usado um protetor, só para tirar a aparência de ressecado. Márcia Rocha dá algumas dicas para aqueles que querem aderia à maquiagem: escolha o tom certo para sua pele, aplicando o produto na mão, antes de ir ao rosto; espalhe bem o corretivo, e prefira o pó sem brilho à base, pois o líquido não cai bem na área da barba.Anti-sinais para área dos olhos, testa e contorno dos lábios com nanotecnologia. Atenua bolsas e olheiras, uniformiza o tom da pele e hidrata prolongada. Preço: R$ 74,90 - 20ml
Men Serum Facial Anti-fadiga
Aumenta a firmeza da pele, melhorando a definição do contorno facial, tem ação antibrilho. Combate os sinais de fadiga do rosto. Preço: R$ 59,90 - 48ml
4 em 1. Protetor solar fator 20, contra raios UVA e UVB. Antienvelhecimento: protege a pele contra os males da poluição e estimula a produção de colágeno, responsável pela firmeza da pele. Hidratação e Antibrilho. Preço: R$ 49,90 - 48ml
Caneta Camuflagem
Cobre e disfarça sinais de cansaço, como olheiras e manchas na pele. Deixa a pele com aspecto natural, uniforme e saudável. Cor: bege médio. Preço: R$ 33,90 - 2,5g
Atua como lifting, anti-rugas e melhora a firmeza da pele, definindo o contorno do rosto. Preço médio: 299,00 - 50ml
Fluido Antiidade
Estimula a defesa contra o envelhecimento precoce, reduz os sinais de fadiga e as linhas de expressão. Preço: Preço : R$ 254,00 - 50ml
Gel Antiidade para a Área dos Olhos
Reduz bolsas, olheiras, sinais de fadiga e esconde rugas finas. Preço: R$ 188,00 – 15ml
Reduz sinais de cançaso instantaneamente, tem efeito tensor na pele e age como hidratante. Preço sob consulta
Loção Anti-fadiga High Recharge
Reduz visíveis sinais de cansaço e ajuda a pela a parecer re-energizada. Preço sob consulta
Serum Anti-olheiras High Recharge
Gel roll-on para a área do olhos, esconde olheiras, hidrata e é fácil de espalhar. Preço sob consulta
Neutralizador Force Supreme
Esconde as rugas aparentes e neutraliza as marcas não aparentes que podem dar origem a rugas, deixando a pele com menos linhas de expressão e com aparência mais jovem. Preço sob consulta
Creme com cor Power Bronze
Gel 2 em 1, hidrata e deixa a pele com aparência saudável e jovem. Tem duas tonalidades, uma clara e outra escura. Preço médio: R$ 109,00
segunda-feira, 30 de março de 2009
O bofe é sempre a bicha do outro
O tipo efeminado é abominado e o tipo macho é a procura do elo perdido para muitos gays, que procuram relacionamento amoroso ou apenas sexo
Paira no imaginário social a imagem do macho. Muitas vezes como estereótipo de jeitos brutos, que senta arreganhado, que coça o saco em público sem pudor, que cospe longe, que fale grosso e por aí vai. O Dicionário Houaiss, entre outras definições, diz que o macho é tudo “relativo a ou o próprio sexo masculino, com características próprias do homem, como energia, força, virilidade; másculo”. Mais do que as definições do que é ser macho é saber como estes conceitos são construídos no social. São as relações de gênero, que envolve o tipo masculino e o feminino e suas construções sociais a partir do sexo biológico.
Muito embora o gênero homossexual seja mais livre de convenções quanto ao tipo masculino, é exigido que gays tenham conduta e papel masculinos. É comum gays procurarem tipos masculinos, seja ele efeminado ou não. Apresentam-se em anúncios de sites de relacionamento como “machos”, “homens de verdade”, “sarados”. Procuram pessoas com características iguais e rejeitam os efeminados.
Alguns gays não fazem tal seleção. É o caso do estudante universitário Rafael, 21, de São Paulo. Ele é incisivo. “Gosto de homem e ponto! Para ele, o homem tem que ser seguro de si e que um gay efeminado pode lhe atrair. “Eu gosto de comer efeminado”, diz sem titubeio. “Eles me atraem sempre, mas sempre neste sentido”, diz. Para ele, afetivamente rolaria um namoro, pois, quando se trata de afetividade, é idiota fazer tal distinção. “Não namorar é um pseudo-preconceito”, diz. Rafael já namorou um efeminado por três meses quando tinha 18 anos e o namorado 23. “Eu sou machão quando estou comendo alguém. Pelo menos gosto de pensar assim”, ri.
Ele também não se vê como efeminado. “Acho que um hétero diria que pareço um hétero sensível, ou seja, um viado que foge do estereótipo, mas continua viado”. É ai que entra a questão de ser sensível. O tipo machão rejeita este adjetivo. Ele parece ir muito além da relação atividade/passividade e também do tipo que cria dele próprio. É o caso do ator Alexandre Frota, que já foi capas de revistas gays, já beijou homem, transou com travesti e ainda cultiva o tipo pitboy de ser, ou seja, o machão. Tem que ser o macho rude?
Sexualmente e afetivamente, Rafael diz que os dois tipos lhe atraem. No entanto, confessa que, quando o outro é másculo, sua vontade é de ser o passivo, mas sem ser uma conta exata. “Se estou bem envolvido, provavelmente serei versátil total”, afiança. O jornalista S.C., 30 anos, do Recife, não tem um tipo de gay que ele prefira. “Depende do dia”, diz. Mas se tiver um tipo físico especifico, ele arrisca um. “Corpo legal ou magrinho, branquinho, cabelo preto, que fale muito, que tenha autoconfiança e seja inteligente e me faça rir. Pronto?”, diz SC. Como se vê, o jornalista extrapola o tipo físico ao da personalidade. Quanto ao tipo “macho” de ser, ele afirma que é um tipo construído e que faz despertar confiança, que se admira ou algo assim.
Ele é gay? Nem parece... – Nesta história do ser gay e ter jeito de macho, muitos fazem comentários do tipo “ele é gay, mas não parece”. Isso já ocorreu e ocorre com Rafael. “Mas cada vez menos”, sorri. Para ele, as pessoas parecem querer elogiar com tal comentário. “Mas não me sinto elogiado de fato”, conta. Por sua vez, quando o assunto é o gay que se diz macho, vangloriando-se em detrimento dos outros gays, S.C. é pragmático. “Conheço gente assim. Eu acho sem criatividade. É pura ilusão isso. Se bem que sexo é pura ilusão”, comenta e gargalha.
Para Rafael, o que importa é o comportamento do gay. O que não lhe agrada são os gays
preconceituosos que se acham héteros e bicha escandalosa que ''causa''. “Em outras palavras, gente sem educação e deselegante me broxa sempre”, comenta. No entanto, Rafael pára para questionar. “Não sei por que os gays associam todo tipo de afeminado ao tipo escandaloso? Acho porque são boçais mesmo”. Este tipo da bicha “fechativa” também é uma construção social do meio gay.
O brasilianista James Green, no livro Além do Carnaval: a homossexualidade masculina no Brasil do século XX, faz um extenso levantamento da vivência homossexual no Brasil e aponta alguns estereótipos da década de 60, construídos e aceitos por muitos gays. Quando se assumiam, eles incorporavam trejeitos femininos na sua concepção de gênero. Estes eram chamados de “bonecas”. Por outro lado, ele aponta alguns “homens verdadeiros” ou “bofes”, que mantinham relações sexuais com as “bonecas”, postura viril e eram casados ou tinham namoradas. No entanto, estes não se consideravam gays.
Green avalia que dentro desse mundo de bofes e bonecas, a idéia de duas bichas praticando sexo era tão repugnante para as bonecas quanto era intensa a aversão da maioria da população ao comportamento homossexual em geral. Quando dois homens reconheciam que ambos eram homossexuais e queriam ter relações sexuais com o outro, isso era incompreensível para muitas “bonecas”. Esse modelo era um consenso dentro e fora do grupo homossexual daquela época.
Fora do Meio – Do reprimido, também nasceu a cultura gay quando a indústria de consumo e do entretenimento descobriu este filão. Antes era o mundo do gueto, da subcultura. Quem freqüentava o gueto, vivia às escuras. Com essa abertura de lugares de freqüência gay como bares e boates, a década de 90 criou a expressão “fora do meio”, mais numa relação de afirmação do “não ser efeminado ou de ser “macho”.
Muitos gays, para se tornarem mais machos, abominam o meio gay. “O que me irrita é esse pensamento de que há algum problema em freqüentar o meio”, esbraveja Rafael. Ele diz que tem um amigo que rejeita quem freqüente lugar gay, mas vai. “Quem é gay saca que ele é, mas ele acha que não”, conta. De acordo com Rafael, seu amigo adora um “teenzinho”. “A idéia do teen que ele está azarando nunca ter pisado numa balada gay dá uma idéia de uma coisa meio imaculada, sabe?”, diz
É nesta bipolaridade dentro/fora, másculo/efeminado, perto/longe que se constitui o mundo gay. Vai depender do lado de proximidade/distância que um vê o outro. A bicha é o “Eu” ou o amigo próximo a “mim”. No sentido de proximidade afetiva e sexual, o bofe sempre vai ser o “outro”. Tudo depende do lugar em que cada um se coloca. Se um gay tem um namorado, tal namorado vai ocupar a posição do “bofe” tanto para o namorado como para seus amigos. Já este namorado pode ser a bicha no seu núcleo de amizade. Resumindo: O bofe é sempre a bicha do outro, ainda que seja uma forma de brincadeira ou deboche.
Coisa de Mulherzinha? – Rafael conta que já foi chamado de “mulherzinha” na escola. “Mulherzinha era o menor dos xingamentos. Já apanhei na escola por ser gay”. Ele não sabe se tal agressão vinha do seu “jeito” de ser. “Acho que porque eu me isolava, era o primeiro da classe, nunca pegava menina nenhuma e nem demonstrava interesse em pegar. De certa forma, a minha postura era de quem se achava um palmo acima dos outros”, acha
Sobre esse suposto jeito de ser gay, Rafael concorda em um ponto. “Talvez alguma coisa no meu jeito me entregava”. Por outro lado, ele diz que na época da escola não tinha contato com isso que chamam de “mundo” ou “meio” gay. “Existe um jeito de ser gay, mas esse jeito de ser fica evidente mesmo quando o gay entra em contato com outros gays. Naquela época, não era o caso”.
Sobre o jeito viado de ser ele dispara. “Eu não sei bem que ''jeito'' é esse. Mas, com certeza, os meninos héteros da primeira série sacaram que eu era gay bem antes de mim”, gargalha. Para o psicólogo João Furtado, esta é uma construção social que permeia a infância que coloca os meninos em relação às meninas. É uma coisa da disputa. Geralmente, os meninos que na fase adulta, quando a sexualidade aflora, se orienta gay, na infância está mais próximo das meninas. “Isso causa certa inveja nos meninos, que procuram taxar tal pessoa de forma pejorativa. Chamar de gay é a primeira coisa”, observa.
Foi o que aconteceu com Rafael. Ele comenta que pode ser muito mais de um “jeito de ser” que vão além. “Eu só andava com as meninas porque me sentia mais à vontade com elas”, recorda. No entanto, ele diz não saber explicar o motivo. “Até porque hoje não tenho tantas amigas assim. Tenho mais amigos. Todos bibas”, sorri. De acordo com Furtado isso ocorre mais por uma questão de identificação e não de identidade. “Não que alguém na infância tenha a identidade feminina. Isso até pode acontecer, mas é a identificação com um grupo que não o oprime. Naquele grupo de meninas, o garoto gay se sente protegido”, esclarece o psicólogo.
Macho e músculo – Já o cientista brasileiro C. Commotion, 43, que mora na Austrália, é mais contundente quanto ao tipo de homem que gosta: dotado masculino. “Perdôo tudo se o pau for grande, menos sobrancelha tirada”, diz. Quanto a esse tipo de “macho” no meio gay ele diz que tudo passa pelos músculos. “Basicamente a macheza tem um erro associado que é o desenvolvimento de músculos. Macheza não é músculo e muito menos carão”. C. Commotion avalia o tipo “barbie” de ser. “Quanto mais bombado, mais macho e belo se sente”, dispara.
Isso já aconteceu com Rafael. Segundo ele, muitos caras diziam ter tipo macho. Mas eles eram tão machos quanto diziam ao vivo? “Geralmente só musculosos, mas com roupinhas de grife, perfume forte, CD da Cher no carro. Quase todos tinham alguma coisa no jeito que fazia meu ‘gaydar’ apitar horrores”, diz Rafael. Já C. Commotion coloca a masculinidade fora do estereótipo da beleza. “Acho a feiúra masculinizante”, conta. Quanto a esse tipo de busca de gays por um tipo “másculo”, ele é mais condescendente.
Segundo ele, o que muita gente busca é a ilusão de estar transando com um hétero. “Se não for
ilusão, melhor ainda”, diz. Mas isso depende muito do terreno onde habita esse “macho”. É o que pensa C. Commotion. “Isso no campo do sexo, no campo afetivo tudo muda”, observa. Desde a teoria evolucionista de Darwin, que o homem vem se transformando. Porém, é o lado mais primitivo do homem que é valorizado. Algo contraditório. É fato! Inclusive entre os gays. C. Commotion é adepto ao lado primitivo do masculino, ainda que ele seja gay. “O mundo gay é a masculinidade levada ao extremo. 99,9% dos anúncios e perfis pedem por não afeminados”, observa.
É para casar? – Certos tipos gays de ser ou não revela uma dualidade no pensamento de alguns. O primeiro deles é o “sexual” e o outro o “afetivo”. O sonho do príncipe encantado faz parte do imaginário. No entanto, no meio gay, ele parece ter que vir com esse bônus track, ou seja, o de ser macho. A afetividade e o conceito do gay querer sempre o cara com jeito de macho é o fato de muitos estarem sozinhos, ou seria outra coisa? Para o psicólogo João Furtado existe muito este tipo de ilusão.
Não apenas num tipo másculo de ser, mas de ser bonito, ter vida financeira estável, entre outras coisas. “Os que não têm estes requisitos são desprezados ou usados como objeto de desejo na realização sexual”, comenta. Para o cientista C. Commotion, a questão da solidão de forma ampla, que inclui os héteros e diz que todo mundo está sozinho porque o sexo é importante. Por outro lado, ele aponta o sexo como mais valia entre os gays. “No mundo gay, além de superimportante, é fácil. Então não se quer abandonar o prazer em grande quantidade para dividir a vida com alguém”, afirma.
C. Commotion tem um relacionamento estável e aberto há 10 anos com o seu companheiro. Para ele, o próximo passo na evolução é sacar que dividir a vida com alguém não significa acabar com a alegria da diversidade física. “Chega de imitar os casais héteros”, apregoa. Ele explica que, claro, deve ser combinado entre as partes e que esta é uma das formas de ser feliz. “No meu caso, tenho uma relação estável e não me sinto disponível para nada que não sejam alegria e diversão física fora da relação”, diz.
Quanto aos perfis dos sites de relacionamento nos quais os gays se descrevem como machos e descartam os efeminados, muitos já levaram mona por bofe. “Saindo do virtual, todo mundo é macho e afeminado. O importante é ser interessante. Isso no esquema de procurar alguém no sentido mais afetivo”, diz C. Commotion. Se for para sexo casual, ele é prático. “Se o lance for mais genital, tem muitos lugares onde as pessoas se escolhem e se divertem só pelo corpo. É só ter noção. Não procurar romance numa orgia, por exemplo”, aconselha.
"Você pode buscar a Paz em qualquer lugar; Mas só irá encontrá-la na verdade da qual está fugindo." - Sidarta Gautama (buda)
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Festa: THE POOL PARTY and CELEBRATION
Dia 14/02 quem assopra as velinhas é nosso super produtor de baladas incríveis e pra comemorar essa data especial vejam o que o rapaz nada modestom preparou:

E dia 15 é nossa querida dj residente do The pub, quem assopra velinhas e pra comemorar olha que delícia ela preparou!!!
Dia 15 de fevereiro, domingo a partir das 16 H tem mais uma edição daThe Pool Party que volta super especial para comemorar seu aniversário. E para abrilhantar mais a festa, convidaram o super DJ e Produtor Mauro Mozart da Josefine de Belo Horizonte.
http://www.myspace.com/mauromozart
Então estamos combinados: dia 15 de Fevereiro, domingo, a partir das 16 H na chácara Beira Rio, na saída para Nerópolis, aqui em Goiânia.
Serviço: The Pool Party – Especial B-Day DJ Laurize
Data: 15 de Fevereiro - Domingo
Local: Chácara Beira Rio – Go 080 Km 4 saída para Nerópolis, Goiânia/Go (mesmo local da edição de Novembro)
Horário: 16:00
Ingressos: 1o Lote: R$ 15,00 até 31/01; 2o Lote: R$ 20,00 até 12/02; 3o Lote: R$ 25,00. Na hora estará sujeito a alteração.
Pontos de venda: The Pub, Lojas Colcci, Bar Zouky e Bar Athena.
Line-Up: Djs Mauro Mozart (Josefine/BH), Laurize e Silver (The Pub)
Xtras: Mesa de frutas, laser show e surpresas.
Mais infos: www.thepubgyn.com.br ou telefones (62) 3281.4308, 9222.2990 e 9261.6052
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Divagações
Primeiramente eu gostaria de agradecer ao Blog Rapazes de Fino Trato por terem me selecionado merecedor do selo Dardos !! Sinceramente tudo isso começou como uma brincadeira e fico muito feliz em saber que proporciono algo de bom aos leitores do Blog !! Então Rapazes e moças de fino trato, muito obrigado !!!!!Mas com algumas mudanças que vem com o namoro, a impressão que tive é que quase todos os meus amigos são egoístas! Tipo, se não me podem ter ao seu lado como no tempo de solteiro, um tempo no qual meu nome era "pronto", então também não sirvo mais de outra forma...E confesso que chegar a essa conclusão entristece bastante, pois reflete que talvez você não saiba escolher suas amizades ou seus conceitos estão defasados.....
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Amizade !

O filho perguntou pra mãe:
-Mãe, posso ir no hospital ver meu amigo? Ele tá doente!
-A mãe responde com uma pergunta: -Claro, mas o q ele tem?
O filho com a cabeça baixa, diz: -Tumor no cérebro.
A mãe furiosa diz: -E vc quer ir lá pra quê? Vê-lo morrer?
-O filho lhe dá as costas e vai...
Horas depois ele volta vermelho de tanto chorar dizendo: -Ai mãe, foi tão horrível, ele morreu na minha frente.
A mãe com raiva : -E agora? Tá feliz! Valeu a pena ter visto aquela cena?
Uma última lágrima caiu de seus olhos e acompanhado de um sorriso,ele disse: -Muito, pois cheguei a tempo de vê-lo sorrir e dizer...
- EU TINHA CERTEZA QUE VOCÊ VINHA!
Moral da história: A amizade não se resume só nas horas boas, de alegria e de festas... Amigo, é para todas as horas, boas ou ruins, tristes ou felizes! "Não importa se você esteja longe ou perto. O importante é que você exista para que eu possa sentir sua falta"
Começo 2009 com essa mensagem aqui no blog pra que todos reflitemos sobre nossas amizades, escolhas e atitudes nesse ano que se inicia !! Em tempos de hiperatividade, muitas vezes o tempo que sobra para os nossos amigos e pessoas queridas é uma ligação, ou um recadinho de orkut, ou msn!! Mas , muitas das vezes o importante é sabermos que lá fundo podemos contar com aquela pessoa e que ela sabe que pode contar com vc!!!
Um puta 2009 a todos !!!







